terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Snoopy & Charlie Brown - Peanuts, O Filme

A história gira em torno de Charlie Brown e sua conhecida falta de sorte. Ele é aquele personagem que representa muitos de nós, do tipo que falha inúmeras vezes antes de conseguir um bom resultado. Mesmo parecendo que nunca vai dar certo, ele não desanima, pois sempre pode contar com seu cachorro Snoopy.

As coisas começam a mudar na vida de Charlie quando uma garotinha ruiva chega à cidade. Quando a vê, ele se apaixona imediatamente, do jeito bem inocente e fofo da infância. Acontece que ele não tem coragem de ir falar com ela, e em todas as tentativas de aproximação algo dá errado. Aos poucos, Charlie Brown vai perdendo a confiança, pois acredita que não é bom o suficiente, e fica bastante chateado com isso.

Nesse filme, surgem em paralelo os alter egos de Snoopy, que é um cachorro muito imaginativo. Ao encontrar uma máquina de escrever no lixo e perceber que Charlie Brown está apaixonado, Snoopy começa a escrever uma história de amor onde é um piloto da Primeira Guerra Mundial que se apaixona por uma aviadora. Em outro momento, o vemos caracterizado como Joe Cool, que supostamente é um garoto descolado do colégio (o curioso é que ninguém percebe que ele na verdade é um cachorro), entre várias "encarnações" do personagem.

A fofura está presente na maior parte das cenas. O Snoopy e Charlie Brown, o Charlie Brown e a garotinha ruiva, o Snoopy e a cachorrinha e o Woodstock (o pássaro amigo de Snoopy). Na minha opinião, é um filme dedicado principalmente aos fãs que já conhecem bem os personagens, já que estes, apesar de aparecerem muito no filme, não são mostrados de uma maneira mais aprofundada na animação.

As lições que esse filme traz são sobre amizade e confiança. Tentar, tentar e tentar, até conseguir. Ser leal aos amigos, e verdadeiro também. Apesar de não ser a melhor animação de todos os tempos, é uma ótima diversão (as crianças que estavam na sala adoraram) e acabou tão rápido que fiquei ansiando por mais. Além disso, adorei ver os gráficos e a maneira como recriaram os personagens, mesmo após a morte do cartunista. No final, a história acaba sendo leve, divertida e bem engraçada.

O sucesso da tirinha “Peanuts” ao longo dos anos foi estrondoso, e, além dos filmes, foram lançados especiais de tv, série animada, bonecos, mochilas, roupas, entre vários outros produtos que vendiam e ainda vendem que nem água. Até hoje tenho minha pelúcia do Snoopy versão Joe Cool (e prometo postar uma foto dela no Instagram!), além de ter comprado o fichário do personagem no ano passado. Então, fiquei ansiosíssima quando soube que iria sair um filme novo, e não pude perder a oportunidade de assisti-lo assim que estreou.

E você, está ansioso(a) para ver o filme? Já assistiu? Conte-me o que pensa aqui nos comentários ;)

Leia também o post: Quadrinhos (não só) da infância!


sábado, 16 de janeiro de 2016

Do alto dos meus 18 anos

Eu me lembro de quando tinha oito anos e faltavam dez anos para fazer dezoito. Naquela época, parecia uma idade muito longínqua, já que o número era maior do que a própria idade que eu tinha até então. A minha ideia de uma pessoa com dezoito anos era a de uma pessoa adulta, bem resolvida e com todas as soluções do mundo na cabeça. Uma pessoa sem qualquer preocupação.

É claro que, conforme o tempo foi passando, essa ideia foi sendo cada vez mais dissolvida. E a data chegou tão de repente! Parece que puf...! Fiz dezoito. Nem parece que todo um caminho foi percorrido até então, que foram uma série de degraus subidos dia após dia. Parece irreal o quão diferente me tornei daquela garotinha cheia de sonhos malucos (dependendo do ponto de vista, é claro!). Ali, eu queria fazer tudo no mundo. Queria ter uma banda, ter minha própria revista, ser cantora, atriz e dançarina e ainda por cima ser muito famosa.

Também passei por várias fases: emo gótica, seguidora de modinhas, funkeira, garota que só ouve pop e roqueira. Passei pela fase de idolatrar famosos como se eles fossem deuses, e de passar 1 kg de maquiagem para ir para a escola (sinto informar, mas todos aqueles memes falando sobre esse tipo de garota me representam).

A música-tema de uma das minhas fases

Nesse tempo, fiz e desfiz várias amizades, e refiz algumas. Conheci inúmeras pessoas, com diferentes tipos de opinião. Descobri que fazer dezoito anos é mais sinônimo de ter responsabilidade do que independência. Essa última vai sendo conquistada aos poucos, enquanto que a primeira já vai sendo cobrada desde o primeiro dia. Só de pensar que agora posso ser presa... ai, ai. Mas deixa isso em off!

Fazer dezoito anos acaba não sendo tão grandioso quanto parece ser quando se está bem distante de chegar lá. Pelo menos, para mim não foi. Quando finalmente atingi essa idade, vi o que já suspeitava há tempos: a minha cabeça continuou a mesma dos dezessete, e o que mudou de verdade foi a lei (somada ao fato de que agora posso assistir toda a programação sem ser julgada por isso). A diferença real só se torna visível quando olho bem para trás, para quando ainda era uma criança e achava que aqueles dez anos demorariam muito a passar.

São vários os planos agora, e penso em escrever uma carta para mim mesma no futuro, cheia conselhos e promessas que espero conseguir tornar reais. Em primeiro lugar, gostaria de aprender a tocar bem o violão. Esse sonho que surgiu há mais de uma década e não sei o que fiquei esperando para só agora começar a colocar em prática. Mas tudo bem, desde que eu leve até o final. Agora, só falta me formar na faculdade que quero, encontrar um emprego do qual eu goste, viajar o mundo...

A responsabilidade é imensa, mas os sonhos também. Toda uma vida se estende para além dos dezoito anos, e espero ter a sabedoria para aproveitá-la bem. Você que já chegou aos dezoito ou ainda está chegando, conte nos comentários como foi a sua experiência e/ou expectativa, para a gente poder trocar opiniões sobre o assunto ;)



quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

#1 Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, da Sophie Kinsella

Pense em um livro que você já leu várias vezes. Pense na felicidade que sentiu quando o comprou. Mais do que isso, pense na felicidade de comprar vários livros juntos, e depois ficar admirando-os na sua estante. É assim que Rebecca Bloom se sente quando compra roupas.

Trabalhando como uma jornalista em finanças, – assunto do qual ela nem gosta – Becky ironicamente não sabe administrar o próprio dinheiro. A felicidade para ela seria um cartão de crédito sem limites. portanto, sai comprando em tudo quanto é loja, e não pode ver uma placa dizendo “LIQUIDAÇÃO”, que já quer logo gastar. É claro que, quando a fatura finalmente chega, ela quase tem um ataque de nervos.

É assim que a história começa: Becky amedrontada e encarando a fatura de um de seus milhares de cartões seu cartão VISA e não conseguindo acreditar em como gastou quase 1.000 libras. Alguém deve ter roubado seu cartão. Alguém com certeza deve ter roubado seu cartão.

Mas não roubou, e, quando finalmente cai em si, Becky se vê disposta a economizar dinheiro. Até chega a comprar um livro sobre o assunto, dando todas as dicas para entrar em um regime frugal. O problema é que essa missão parece quase impossível, e ela logo se vê gastando tudo outra vez. Como se não bastasse, ninguém sabe a real situação em que ela está, já que Becky esconde seus problemas financeiros de todos: seus pais, seus vizinhos e sua melhor amiga Suze. Todo mundo acha que ela é uma grande guru das finanças, mas ela sabe a verdade: está endividada até a morte.

No meio dessa encrenca, ainda sobra espaço para romance: Becky vive se encontrando com Luke Brandon em coletivas de imprensa. Ele é o típico empresário rico, bonito e bem-sucedido. Ela não admite nem para si mesma, mas tem uma grande queda por ele, mesmo achando que ele não a aprova. Além disso, vive fazendo rixa com uma das funcionárias dele, Alicia, com quem não simpatiza desde o começo.

A melhor coisa para mim foi ver as desculpas que a Becky inventa para não se encontrar com seu gerente de banco: perna quebrada, febre ganglionar, o cachorro que morreu... ela é assim,  criativa a ponto de ser engraçada. É também o tipo de pessoa que sempre procura não magoar os sentimentos dos outros. Isso a leva a deixar a sinceridade de lado em vários momentos, o que sempre a coloca em confusões e saias justas. São muitas as situações engraçadas pelas quais ela passa. Por ser em primeira pessoa, é possível se sentir íntima e muitas vezes no lugar da personagem, podendo entender de verdade sua maneira de pensar.

A leitura do livro é bem fluida. Você fica se perguntando o tempo todo como a Becky vai fazer para pagar todas as dívidas que acumula, e a expectativa pelos acontecimentos faz com que se virem dezenas de páginas sem nem perceber. A diagramação é excelente, com letras fortes (nas fotos ela saíram bem mais claras), bem visíveis e de bom tamanho. Por isso, não é dificuldade nenhuma ler a história toda em três dias – ou menos, caso haja tempo. As páginas são brancas, mas só me incomodaram mesmo quando fui ler ao sol. Já a capa, não há muito o que dizer: é a do filme e eu a adoro.

*** BÔNUS: Com esse livro, você definitivamente vai conhecer vários e vários nomes de marcas de roupas. Repito, vários mesmo.


Ficha técnica
Título original: The secret dreamworld of a shopaholic
Autora: Sophie Kinsella
Publicado em: 2000
Quantidade de páginas: 432
Editora: Record


domingo, 10 de janeiro de 2016

Meu celular: Sony Xperia C4

Quando comecei a procurar um celular novo, já tinha bem em mente o que queria: uma tela grande, câmera frontal, uma memória RAM que me permitisse usar vários aplicativos ao mesmo tempo, 4G e dual chip. Tudo isso em uma faixa de preço que não ultrapassasse muito os 1.000 reais.

Como você pode ver, eu não queria um smartphone top de linha. Eu queria um celular que atendesse todas as minhas necessidades e que ainda assim não fosse caro. Depois de pesquisar e comparar muitos modelos, finalmente cheguei ao que queria. O Xperia C4 me conquistou logo de cara, a compra foi feita através do site do Submarino e não tive qualquer problema.


O celular vem equipado com 4G, processador octa core de 1.7 GHz, memória de 16gb, RAM de 2GB, tela de 5.5 polegadas full HD, câmera frontal de 5 megapixels e traseira de 13 megapixels. Além disso, vem com rádio FM, televisão e entrada para cartão de memória.

O que me agrada nele?
A câmera traseira tem uma qualidade excelente de imagens durante o dia, foram várias as fotos tiradas com ela que ficaram maravilhosas. O mesmo pode ser dito da câmera frontal. Eu realmente consigo instalar e acessar vários aplicativos ao mesmo tempo com o C4 sem travamentos, além da facilidade de organizá-los em pastas no Android. Posso facilmente mexer nas configurações e trocar as cores do tema: roxo, azul, vermelho, entre outras várias disponíveis e que podem ser baixadas. Com um cartão de memória de 32GB que comprei por fora, posso ter vários e vários arquivos sem me preocupar em pesar a memória do celular. A facilidade em tirar fotos com o botão da câmera e prints pressionando por um tempo o botão de liga/desliga também é muito bem-vinda. Poder sincronizar todas as minhas contas, seja no Facebook, Whatsapp, Gmail e Twitter, além do tamanho da tela, que apesar de ser grande rapidamente me acostumei, me faz acreditar que sim, no futuro o celular vai substituir o computador.

Foto tirada com a câmera e postada no Instagram (possui filtro)

O que NÃO me agrada nele?
São vários os aplicativos pré-instalados no aparelho, algo que pode ser bem chato. Pelo menos, quase todos eles podem ser desativados e não trazem maiores problemas de desempenho. Outros pontos fracos são o alto falante traseiro, pois o som é facilmente abafado pela mão, e a bateria, que não aguenta mais do que um dia se usada com frequência (eu preciso recarregar todo o dia). Além disso, é necessário utilizar uma antena para a TV digital, que não entrega uma qualidade de imagem muito boa por não ser HD. Nesses três meses que estou com o Xperia, houve várias vezes em que ele reiniciou do nada, sem qualquer explicação. Outros usuários tiveram esse mesmo problema. No meu caso, é sempre quando não estou usando, mas mesmo assim é preocupante. A interface do aplicativo de Música também não me agradou muito, pois ele tem uma página inicial que não tem como ser tirada (a menos que façam uma atualização e a removam), então sinto falta de abrir e já ter aquele listão com todas as músicas no celular.

Pesando todos os prós e os contras, acredito que fiz um bom negócio com o Xperia C4. Não me arrependo de tê-lo adquirido, apesar dos pontos negativos (que na prática acabam não sendo tão incômodos, tirando a parte da bateria), e recomendo a você analisar tudo o que falei aqui para saber se vale a pena ou não para você comprá-lo. Se você não sabe por qual aparelho começar a pesquisar, peço seriamente que pense nele. Comente o que achou do post. Um beijo!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A melhor ordem para assistir Star Wars – Sem spoilers!

Entra ano, sai ano, e Star Wars ganha cada vez mais fãs. Principalmente agora que está se iniciando uma nova trilogia, com o novo filme O Despertar da Força (antes eram apenas duas, uma feita na década de 70-80 com os episódios IV, V, VI e a outra na década de 90-00, com os episódios I, II, III). É justamente essa ordem esquisita diferenciada dos filmes que causa confusão na maioria das pessoas que desejam assisti-los pela primeira vez. Por isso, vim por meio desta trazer um post apresentando as duas principais ordens dos episódios, com suas vantagens e desvantagens. Lembrando que essa é a minha opinião, e que talvez não corresponda à da maioria:


Ordem cronológica: Episódios I, II, III, IV, V, VI e VII

Vantagens: Você verá a ordem correta dos acontecimentos dos filmes, acompanhando toda a evolução da história e descobrindo como a rebelião começou, além do porquê do comportamento de certos personagens ao longo da saga. Somando-se a isso, você já estará no gatilho para quando lançarem o Episódio VIII (muita gente odeia o episódio I, então, caso você também não goste, dê pelo menos uma chance aos posteriores).

Desvantagens: Digamos que algumas surpresas/revelações que você pode encontrar na trilogia original (mais precisamente, nos episódios V e VI) não vão mais ser surpresas quando você assisti-los. Então, quando chegar o momento dessas grandes descobertas, não vai ter graça nenhuma, pois você já saberá de tudo.


Ordem de lançamento (tirando o episódio VII, que foi lançado ano passado: Episódios IV, V, VI, VII, I, II e III

Vantagens: Você estará vendo a verdadeira ordem na qual os filmes foram lançados, a mesma que os fãs mais antigos foram assistindo com o tempo. Além das já mencionadas revelações presentes, muitos fãs consideram a trilogia original como os melhores filmes da saga. Seguindo esse raciocínio, será bem mais fácil você virar fã assistindo por essa ordem (sem falar que, se você acabar gostando, vai ficar com muita vontade de assistir tudo de novo quando chegar no Episódio III).

Desvantagens: Não é bem uma desvantagem se você não se importa com isso, mas eu sempre achei esquisito o fato de a qualidade gráfica da trilogia dos anos 2000 ser superior à da antiga, porque dá a impressão de que a história se passa no futuro, quando na verdade ela conta o que aconteceu antes da trilogia original.



Preciso confessar que a minha ordem preferida é a de lançamento. Foi a que assisti na primeira vez, e se bobear até hoje assisto assim. Começar pela trilogia original para depois passar para a nova é o que mais gosto, pois prefiro os filmes da antiga (não que eu não goste da dos anos 2000, é só que considero a original mais marcante). Porém, você deve pesar na balança as vantagens e desvantagens de cada ordem e decidir por si mesmo. Qualquer dúvida, estou aqui para responder.

E quanto aos que já assistiram todos os filmes da saga, me contem qual a ordem preferida de vocês. Vou adorar saber :)




Guia dos Episódios:
Episódio I: A Ameaça Fantasma (1999)
Episódio II: O Ataque dos Clones (2002)
Episódio III: A Vingança dos Sith (2005)
Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977)
Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980)
Episódio VI: O Retorno de Jedi (1983)
Episódio VII: O Despertar da Força (2015)





segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Minha coleção de livros: Becky Bloom

Olá, gente! Hoje eu vim mostrar pra vocês a coleção de livros que adquiri lá na Bienal, e que estava louca para comprar há séculos: "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom".

Em breve vou fazer resenha sobre cada um deles aqui no blog, mas já posso adiantar: se você é, já foi ou conhece alguém que seja um viciado em compras, vai se identificar com essa coleção. Se você for do tipo que adora comédia, então... vai gostar mais ainda! #prometo.

Logo de cara, se nota a diferença da capa do primeiro livro para o restante. Isso aconteceu porque decidiram incluir a capa do filme, e, que eu saiba, a capa parecida com as outras não se encontra mais disponível. Porém, isso não me incomodou, já que adorei essa capa e o interior é o mesmo....

Quer dizer, pelo menos até certo ponto. Quando comprei a coleção, lá na Bienal, saí que nem uma louca empilhando todos os livros da Becky que estavam na prateleira sem nem prestar atenção em um detalhe: alguns eram edição normal e outros edição econômica. Quando cheguei em casa e vi isso, fiquei bastante chateada, pois os livros em edição econômica possuem o papel mais fino, do tipo que dá pra ver o que está escrito na folha de trás. Os únicos que vieram em edição normal foram "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", "A Irmã de Becky Bloom" e "Becky Bloom em Hollywood. Porém, me conformei e decidi que não vou procurar pela edição normal dos outros livros, por não achar tão necessário assim (como é possível ver nas fotos, não se nota muita diferença visualmente, apenas quando se pega os livros na mão, já que os edição econômica são mais "molenguinhos").

Apesar dos pesares, fiquei muito feliz por ter comprado a coleção. Já tinha lido a maioria dos livros antes, mas só agora tive a oportunidade de adquiri-los. Confiram a mini-sessão de fotos deles abaixo, e aguardem que logo, logo vai sair a resenha do primeiro da série ;)


Gostou? Então deixa um comentário ali embaixo, vai! :D

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Faça suas malas, já é 2016!

No momento em que você está lendo este post, 2015 deixou de ser, já é passado. Porém, no instante em que ele foi escrito, ainda não era Ano Novo. Afinal, por que escolhi um tema de post tão clichê para a virada do ano? Bem, acho que é porque, com tudo isso de Réveillon, estava aqui pensando em todas essas metas que a gente sempre faz no final de ano.

Desejos, realizações, problemas. E por que problemas? Ora, porque quase nunca os realizamos. Passamos um longo período pensando em tudo o que queremos alcançar, e não fazemos praticamente nada para fazer funcionar. Ano após ano, reciclamos promessas, dizendo que dessa vez será diferente. Mas nunca é.

Quantos, repito, quantos desses sonhos são coisas das quais você realmente precisa? Eu entendo, é uma pergunta burra de se fazer. Porque é claro que tudo o que você quer é importante! São seus desejos mais íntimos, que você gostaria muito que fossem realizados o quanto antes. Entretanto, onde quero chegar é: quantos desses são desejos realistas, que você realmente tem condições de cumprir em 2016?

Não adianta fazer uma lista com 500 mil coisas, se você no fundo sabe que não vai ter tempo para todas elas. Manter cada um desses itens incluídos na sua lista só vai te deixar mais frustrado(a) no final do ano, quando se der conta de que não realizou nenhum deles ou quase. Além disso, também não adianta começar uma dieta nesse primeiro de janeiro, sendo que a comida da ceia ainda está aí te esperando. É melhor aguardar o momento certo para começar qualquer uma dessas metas, e nem sempre o primeiro dia do ano é o ideal para isso.

Não importa se nos outros anos tudo deu errado. O importante é que você tem mais 366 dias de oportunidade para fazer tudo funcionar. Cada vez que você aceitar um desafio, ignorar o cansaço e seguir em frente, – apesar de todo o desânimo –  você vai ganhar forças para continuar e levar essa meta até o final. Eu, você e todos os outros podem fazer isso.

Pense nisso. Reveja suas metas. Reveja o planejamento que você fez para realizá-las. Caso decida começar uma hoje, comece com a consciência de que a vontade de desistir é normal, e que falhar na primeira tentativa não é sinal de que tudo vai estar perdido ao long do ano. Porque o que você realmente precisa em 2016 é garra para enfrentar toda essa luta, e coragem para plantar e recolher os frutos do seu sucesso.



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