segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Aniversário de 1 ano do blog \o/

Hoje (28/12) é um dia mais do que especial! Além de ser um dos últimos de 2015, é também o dia de comemorar 1 ano de Thaís na Cidade \o/ Pois é, gente, já faz um aninho desde que criei uma nova conta no Google e comecei toda essa empreitada. Aconteceu tanta coisa nesse tempo, não dá nem pra acreditar! Por isso, resolvi fazer esse post para não deixar a data passar em branco e relembrar alguns acontecimentos:

As várias mudanças de layout
Desde que o blog existe, já foi usado um total de 5 visuais diferentes (aqui não aparecem todos, já que esqueci de tirar print de um deles antes de trocar). Percebe-se uma diferença gritante entre o primeiro e o atual... pode-se dizer que houve uma evolução, não é mesmo?


Posts de todo o tipo
"Filmes, música, livros, comportamento, projetos, relatos e outros temas aleatórios". Assim foi montada a grade do Thaís na Cidade, lá no começo. Escrever sobre vários temas é uma tarefa bastante desafiadora, e no meio disso tudo saíram várias publicações memoráveis (ainda pretendo fazer um post focado só nelas, hein!).

Parceria com a Karen Motta
A Karen é uma das minhas melhores amigas. No mês de julho, ela fez sua estreia aqui no blog como colaboradora, trazendo vários posts reflexivos e divertidos para vocês. Mesmo que em 2016 ela talvez não esteja mais presente por aqui, seus posts sempre vão estar disponíveis para serem lidos :D

Toda a dedicação envolvida <3
Nos primeiros meses de blog (ou seja, quando eu estava de férias e ainda nem o divulgava), muitos posts bacanas foram produzidos. Era uma época em que saía um post por dia, todos os dias da semana. Embora não seja mais possível fazer isso hoje, sinto falta daquela época em que, mesmo quando ninguém lia o Thaís na Cidade, ele já estava a todo vapor – mas podem esperar, que muita coisa legal ainda vai vir por aí em 2016 ;)


E o que não poderia faltar: vocês!!!
Nesses 365 dias e 153(!!!) posts, foram 60 seguidores via Google+ e 83 via Blogger, 134 curtidas na fanpage, mais de 800 comentários e cerca de cerca de 20.000 visualizações. Fico mais do que feliz com esses resultados, pois mesmo que sejam poucos para várias pessoas, para mim valem e muito! Cada um de vocês que curtiu, compartilhou e deixou comentários e sugestões sobre o blog contribuiu demais com tudo o que vem sendo produzido hoje e ainda será feito em 2016. A todos vocês, e principalmente àqueles que estão sempre presentes, MUITO OBRIGADA! Vocês são os melhores <3

Desejo que 2016 seja mais um ano abençoado por aqui. Mais uma vez, obrigada a vocês, um Feliz Natal atrasadíssimo e diversas alegrias por aí \o/ Uhuuuul #estouraochampanhe #quevenhamais1ano


domingo, 20 de dezembro de 2015

Fui bloqueada pelo Facebook?!

Um dia antes de esse post ser escrito, eu fui bloqueada pelo Facebook. Nesse caso, não foi uma pessoa que estava de saco cheio de mim e decidiu me bloquear, mas sim a própria rede social que me impediu de realizar algumas ações. Caso você esteja lendo essa postagem e não sabia que isso era possível de acontecer: sim, é. E existem sérios motivos para você se prevenir e evitar que o mesmo venha a acontecer com você.

Primeiro de tudo, por que o Facebook bloqueia as pessoas?
São inúmeros motivos. Comentários, mensagens e postagens em quantidade exagerada, solicitações de amizade enviadas a vários desconhecidos, - e conhecidos também - algum comentário que você fez e alguém achou ofensivo, ou uma denúncia porque acharam que você estava sendo chato... Nesse meio, sobra espaço também para os links externos vindos de blogs, sites, outras redes sociais e páginas dentro no próprio Face, que podem ser identificados como spam pelo sistema. Basicamente, a quantidade exagerada de ações pode levar ao bloqueio. Esse limite, no entanto, é algo que ninguém ainda sabe responder.

De que maneira posso ser bloqueado?
Você pode ser bloqueado de postar e comentar em páginas, grupos, enviar mensagens e solicitações de amizade ou até mesmo de postar e compartilhar no seu próprio mural. Você também pode ter o seu perfil bloqueado devido ao sistema achar que você se trata de um fake. No meu caso, eu provavelmente fui bloqueada por compartilhar o link aqui do blog em vários grupos (80 e poucos grupos, se não me engano), mesmo eles sendo próprios para a divulgação de sites. Esse bloqueio agora me impede de postar e comentar em grupos por um determinado tempo.

E quanto tempo dura esse bloqueio? É possível revertê-lo?
Depende. O bloqueio pode durar apenas um ou dois dias, mas também pode durar uma semana, quinze dias, um mês ou até dois meses. Através desse link, é possível saber até quando você estará bloqueado. Agora, caso ache que tenha sido injustiçado, você pode acessar esse outro link e contatar a equipe do Face, explicando seus motivos para isso. Infelizmente, não é possível reverter a situação. No momento em que soube que tinha sido bloqueada (dia 19/12/2015), mandei a minha mensagem para eles, mas até agora não obtive resposta. Porém, não custa nada tentar...

Ser bloqueado(a) é algo bem chato e complicado de ser resolvido. Pode até prejudicar, principalmente se você tem o costume de divulgar seu trabalho através da rede social. No entanto, o máximo que pode ser feito (além de contatar a equipe) é aguardar o final do prazo, evitando realizar muitas ações. Tenha sempre em mente que o que costuma levar ao bloqueio é o exagero nessas ações, por isso meça a quantidade de curtidas, compartilhamentos, comentários, postagens e até mesmo solicitações de amizade para não passar por isso (seja essa a primeira vez ou não).

OBS.: Lembre-se que Facebook é muito doido, portanto, existem pessoas que fazem tudo o que mencionei no post e nunca foram bloqueadas, enquanto há outras que nunca fizeram nada disso e acabaram sendo. Porém, é comprovado que o bloqueio pode acontecer, sim (como aconteceu no meu caso), então não custa nada se prevenir.

Para mais dicas, leia esse post do site Protscon.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Sobre o filme: Profissão de Risco

Desde criança, George Jung sempre teve uma relação distorcida com o dinheiro. Após ver o pai trabalhar várias horas por dia e mesmo assim continuar em falência, ele cresceu e decidiu conseguir grana de um jeito fácil, sendo introduzido por um amigo ao caminho das drogas. No começo, era tudo questão de vender alguns saquinhos de erva na praia, mas mas a ambição o levou a expandir o negócio a outros níveis, vendendo para diferentes estados e cidades, comprando maconha no México e distribuindo pelos Estados Unidos. Tudo isso durou até ele ser preso nos anos 70.

Forçado a passar um período na cadeia, George acabou aperfeiçoando ainda mais sua estratégia no tráfico. Logo após a libertação, começou a trazer cocaína da Colômbia, chegando a fechar parceria com Pablo Escobar, o chefão das drogas. Sua vida, àquela altura, já poderia ser caracterizada como uma montanha-russa: começara do baixo e chegara ao topo, depois fora forçado a voltar do zero, e então estava lá no alto novamente. O que ele não aprendera, no entanto, foi a lição que seu pai lhe dera ainda na infância: o dinheiro, apesar de não parecer, não representa tudo.


Está aí um filme do Johnny Depp que eu sempre quis assistir, mas só agora tive a oportunidade. Quando finalmente parei para vê-lo, descobri que ele era totalmente diferente do que eu imaginava. A começar pela parte da ação: "Profissão de Risco" definitivamente não é um filme nesse estilo, mas algo a ser dito bem rápido, começando lá no final dos anos sessenta, até chegar quase nos anos 2000, que é quando a história termina. Em vários momentos, torci pelo personagem principal, mesmo sabendo que as ações dele eram ilegais. Como alguém que defende a legalização das drogas, eu não poderia pensar diferente. Afinal, se essa lei fosse aprovada, sequer existiriam motivos para que o tráfico persistisse. Porém, isso é assunto para outro post...

Outro aspecto que acabou se mostrando bem diferente do que eu imaginava foi a participação da Penelope Cruz na história. Sua personagem, Mirtha, aparece mais ou menos na metade da trama, mas eu achava que seria logo no começo ou pelo menos durante uma boa parte, devido ao pôster do filme. Também esperava que ela atirasse nas pessoas ao lado do George, sendo uma parceira de crime mesmo, porém como esse não é um filme de ação, além de ser baseado em fatos reais, não foi bem assim. Portanto, fica a dica caso você tenha visto o cartaz e pensado o mesmo que eu: a personagem dela é importante sim, mas não tem um grande desenvolvimento ao redor da história.


No final, o filme é muito interessante e prende bastante a atenção. Já que as cenas passam bem rápido, principalmente com o avançar dos anos, é muito importante que se preste atenção em tudo o que é dito e feito, para não ficar perdido(a) e sem entender o que aconteceu. Acredito que a maior mensagem que "Profissão de Risco" passa é a de que nunca devemos nos esquecer de que podemos cair a qualquer instante quando estamos no topo, e que podemos ser traídos e abandonador por qualquer um se estivermos na pior. Um filme biográfico, com acontecimentos e consequências reais que provavelmente ainda vão me deixar pensando por um bom tempo.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Não deixe a inveja destruir sua vida

Quanto mais o tempo passa, mais eu me dou conta do quão imperfeita sou. De quantos erros cometo, de quantas pessoas firo sem perceber. Quanto mais o tempo passa, mais vou refletindo sobre as minhas atitudes, e foi num dia desses que percebi que, sem querer, sem enxergar, acabei realizando uma auto-sabotagem: eu estava dominada pelo vírus da inveja.

No início, pode parecer uma simples admiração, mas com o tempo começam a vir os porquês: "por que não posso ser assim?", "por que não posso ter isso?", "por que quando tento fazer as coisas desse jeito, nunca dá certo?" Daí, olhamos para o lado e vemos que, para o outro, parecem não existir barreiras, pois com ele tudo se ajeita. As consequências para a mente não poderiam ser piores: depressão, desânimo, vontade de derrubar ou de diminuir o próximo, para que consigamos nos sentir no mesmo nível, ou até além, dentro da nossa própria concepção.

Foi aí que comecei a me questionar: como levar a sério a máxima de que somos todos iguais, se vivemos em um mundo de comparações? Desde o nascimento, algumas pessoas são colocadas em "pedestais" por amigos e familiares, mesmo sem nem entender o motivo, enquanto o resto é desencorajado, por vezes silenciosamente, a acreditar que é incapaz, duvidando aos poucos do próprio potencial.

Por tudo isso, não é a toa que tantos de nós invejam, por se sentirem impotentes. "Não posso porque sou pobre, mas ele(a) é rico e pode", "não posso porque sou feia, mas ela é bonita e pode", "não posso porque não tenho talento, mas, ah, adivinha? Ele tem e pode". Se em vários momentos encontramos a porta fechada na nossa cara, nós também vamos, com o tempo, desistindo de acreditar que podemos. E passamos a cobiçar os privilégios de alguém, tendo a mais distorcida certeza de que aquilo deveria ser nosso, de que estamos sendo usurpados.

Como lutar contra esse sentimento? Será que, apesar de a sociedade insistir em fazer comparações e estar sempre distribuindo pedestais por aí, ainda podemos restabelecer nossa confiança? A resposta é sim, através do autoconhecimento. Somente entendendo quem você é e admitindo para si mesmo os seus sentimentos, é que você vai conseguir enfrentá-los. Buscando acreditar que é capaz, mesmo que ninguém mais o faça. Começando a trabalhar e se dedicar, procurando estar sempre do lado de pessoas otimistas, que não tentem a todo custo derrubar sua autoestima. Além disso, só de começar a deixar de lado as comparações, e em vez disso voltar o foco para os objetivos, o resultado vem.

O que dizem é verdade: invejamos as posses do outro, mas não o caminho percorrido para consegui-las, ou o preço que teve que pagar por elas depois. A vida castiga a todos, até os que parecem viver perfeitamente. Não vale a pena destruir a própria vida por causa da inveja. O ideal é viver de maneira feliz, sem se preocupar em estar no topo. No momento em que nos damos conta disso, é quando finalmente percebermos que não, os pedestais nunca existiram, de fato. É nesse momento que, enfim, deixamos de ter inveja.

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Eita post longo, hein? Se você aguentou ler até aqui, aproveite pra deixar um comentário, principalmente se tiver se identificado com o que falei lá em cima. Vou adorar ler sua opinião ;)


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