sábado, 31 de outubro de 2015

Resenha do álbum "Revival", da Selena Gomez

No final do ano passado, Selena anunciou seu novo contrato com a Interscope Records, após sete anos trabalhando com a Hollywood Records. Era um grande passo na carreira, já que trocas de gravadoras podem ser algo bem arriscado. Porém, o melhor de tudo foi ver – e ouvir – que essa mudança acabou sendo muito positiva, já que trouxe uma Selena mais madura, pronta para trilhar seus próprios caminhos e mostrar isso ao mundo.

O título já fala por si só: “Revival” é uma palavra que representa o renascimento, ressurgimento de algo ou alguém. Esse alguém, no caso, é Selena Gomez. É assim que ela se vê, é assim que quer ser vista. Ela, que passou por várias dificuldades – recentemente, falou abertamente sobre a doença que tem enfrentado, lúpus – e que agora ressurgiu dentro de si mesma. É um significado muito bonito e fácil de se identificar, afinal, todos os dias precisamos de certa forma nos reinventar e redescobrir. Todos os dias precisamos ter nosso revival. A capa do álbum – tanto a da versão standard quanto a de luxo – é simples e direta, e ilustra bem essa mensagem.

As músicas intercalam entre dançantes e outras mais tranquilas, sendo estas últimas as mais presentes no álbum. Temos desde letras provocantes/ousadas como as de “Good For You” e “Body Heat” até hinos como “Kill Em With Kindness”, “Sober”, “Survivors” e a faixa-título “Revival”. Até agora, os singles lançados foram os de “Good For You”, “Same Old Love” e “Me & The Rhythm”. As duas primeiras têm ido muito bem nos charts, estando presentes até agora no Hot 100 da Billboard. Já "Me & The Rhythm" por alguma razão não obteve o mesmo desempenho (uma pena, já que é a minha favorita e creio que ainda tem bastante potencial, principalmente se sair um clipe).


“Hands to Myself” e “Camouflage” são exemplos de faixas tranquilas que podem ser encontradas em Revival, ao lado dos já mencionados “hinos” (músicas que trazem mensagens de incentivo ou que relatam uma situação na qual várias pessoas também vão se enxergar). A versão standard do disco termina com “Rise”, uma batida agitada e que encerra bem essa aura de sobrevivência, falando sobre como somos capazes de ascender e vencer as situações. Já a versão Deluxe conta com outras cinco faixas, das quais a que mais gostei foi “Me & My Girls”, junto com  “Outta My Hands (Loco)”, uma canção com toques latinos, assim como a própria Selena.


“Revival” foi um álbum que já estreou em 1º lugar aqui no Brasil, tamanha era a ansiedade dos fãs de Selena para ouvi-lo. E, sim, ele vale a pena. Se você está procurando algo que te faça dançar, refletir sobre si mesmo(a), sobre amores bons, destruídos ou reconstruídos, além de encontrar mensagens "pra cima" até mesmo em canções mais lentas, você achou o álbum certo. Se em algum momento você já teve que se “camuflar” para se adaptar a uma relação e uma hora resolveu dizer chega, se você já foi maltratado(a) pelas pessoas e decidiu dar um fim nisso, ou se decidiu apenas relaxar e curtir a vibe de um som novo, chega mais e ouça “Revival”. Eu espero que você goste tanto quanto eu.


Lista completa das músicas
01 Revival
02 Kill Em With Kindness
03 Hands to Myself
04 Same Old Love
05 Sober
06 Good For You 
07 Camouflage
08 Me & the Rhythm
09 Survivors
10 Body Heat
11 Rise

Incluídas na versão Deluxe:
12 Me & My Girls
13 Nobody
14 Perfect
15 Outta My Hands (Loco)
16 Cologne



quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Poema: Só Desejo a Dança


Por hoje, eu só quero dançar.
Não quero mais nada da vida.
Eu só quero dançar.
Posso morrer, posso chorar.
Posso ser obrigada a gritar sem parar.
Mas hoje, ah, hoje, eu só quero dançar.
Colocar minha música para tocar.
Ser quem eu sempre quis ser, me desesperar.
Me descabelar, desestruturar.
Viajar nas ondas dessa música que é mar.
Digo e prometo, jamais farei qualquer coisa da vida.
A menos que eu possa dançar.
O que seria da minha vida se eu não pudesse dançar?

- Thaís Maria

*Título alternativo: Canção do escapismo


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

E aí está o motivo desse último sumiço do blog!


Não é novidade que todo ano o Enem é sempre uma grande atração aqui no Brasil. Tem os atrasados, tem a quantidade cada vez maior de gente que vai realizar a prova, tem as eliminações absurdas e as questões no gabarito com as quais ninguém concorda. Pois é, em 2015 eu prestei novamente o Exame Nacional do Ensino Médio, dessa vez pra valer. Foi na semana anterior à prova que decidi que iria me desligar da maior parte das coisas, a fim de estar mais ou menos relaxada para prestar o exame. Deu certo? Bem...

Digamos que o Enem é uma prova grande. Gigante. São 180 questões a serem respondidas em um período de dez horas, em conjunto com uma redação. Parece fácil, não? Acontece que essas dez horas são distribuídas em dois dias seguidos, um com 4h30 e outro com 5h30. Dentro das 180 questões, cabe Português, Matemática, Filosofia, Química, Biologia, Geografia, História, Língua Estrangeira e talvez alguma outra coisa que eu esteja esquecendo no momento. Calculando o tempo, são cerca de três minutos para resolver cada uma delas, porém a maioria conta com um testamento texto que já consome pelo menos um minuto do participante para ser lido.

O primeiro dia foi o mais tranquilo. Saí da sala de prova vinte minutos antes de acabar o tempo, embora sem saber dizer se havia ido bem ou não. O segundo dia foi o oposto disso. Dia de Português, Matemática e Redação. Essa foi a exata ordem que segui, deixando a redação para o final. O resultado foi muita correria para passar tudo a limpo, com o sério risco de não dar tempo. Consegui terminar vinte segundos antes de tocar o sinal de encerramento das provas, o que foi ao mesmo tempo um alívio e uma decepção por saber que o texto poderia ter ficado muito melhor se não tivesse corrido. "Violência contra a mulher" é um assunto que vem sendo - e com razão! - amplamente discutido nos dias atuais, e para muita gente não foi nenhuma surpresa que ele tenha sido cobrado (menos para mim, que achava que não iria cair nenhum "ismo", - machismo, racismo, "homofobismo" - em suma, nada que pudesse provocar polêmica).

Foi tentando me preparar psicologicamente para essa prova que mantive o blog desatualizado durante as últimas semanas. Independentemente de ter ido bem no Enem ou não, várias ideias boas de posts e textos novos me vieram a partir dele. Espero conseguir colocar a maioria delas em prática por aqui, e, caso consiga mesmo, vocês não vão demorar a vê-las. Apesar de todo o desgaste e cansaço provocado pela prova, a minha maior alegria é poder retornar para cá. Que esse retorno seja O Retorno, em definitivo, para o Thaís na Cidade \o/


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

E se os aliens invadissem a Terra?!

Acho que ando vendo muitos filmes do Steven Spielberg ultimamente (como é possível ver nesse post), mas a verdade é que sempre acreditei na existência de vida em outros planetas. Não é possível que com um universo tão grande, com a nossa Via Láctea sendo apenas mais uma entre tantas outras galáxias, só exista a gente no mundo. Contudo, se os alienígenas se manifestassem e a gente finalmente tivesse certeza de que eles existem, muita coisa inusitada iria acontecer. Como, por exemplo:

Um colapso mundial
Com direito a muita gente tendo crise de identidade. Afinal, se os alienígenas viessem para cá, isso iria querer dizer que eles estão muito mais avançados que a gente em matéria de tecnologia. Isso sem falar das religiões, que se mostrariam quase todas erradas. O homem não estaria mais no centro do universo. Aliás, qual seria esse centro, afinal?

Apocalipse zumbi
Porque, mesmo que nossos queridos amigos de outro planeta viessem com boas intenções, todo mundo iria se desesperar achando que eles escravizariam os humanos e tentariam matar todos nós. As potências de todos os países lançariam suas armas nucleares, como se estivéssemos em um apocalipse zumbi. Os mais ricos fugiriam em foguetes e ônibus espaciais, mas o restante da população acabaria morrendo por causa do armamento pesado.

Governo dos Aliens
Supondo que o apocalipse acima não ocorresse e os aliens dominassem a Terra de alguma forma, eles poderiam instaurar a Aliencracia. Esse é aquele momento em que você pergunta “oi?”, e eu explico: o governo dos aliens seria bom ou ruim. Sendo bom, eles poderiam ajudar os humanos de várias formas, contribuindo com a biologia e ensinando como sobreviver em diferentes atmosferas e condições climáticas, além de nos levar para conhecer o planeta deles. Parece loucura, mas eu iria embora muita gente fosse dizer que eu só estaria voltando para casa.


Na minha opinião, os aliens – caso existam, mesmo – não são verdes como os filmes mostram. Na verdade, nem sei como os imagino, só sei que para mim eles devem ter uma aparência como nunca vista antes, totalmente diferente do imaginado. Apesar de acreditar em Deus, acredito também na existência dos aliens. É uma ideia muito louca, eu sei. Mas gostaria de saber sua opinião, o que acha disso tudo? Caso visse um disco voador, sairia correndo ou aproveitaria para tirar uma selfie? Comente suas ideias sobre o post ;)



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

5 coisas que me assustavam muito na infância

E hoje é Dia das Crianças, galera! Dia das Crianças e terror aqui no Thaís na Cidade. É dia de relembrar a infância, as travessuras, as brincadeiras, as birras e tudo o mais que envolve essa fase mágica... inclusive os medos! Eram tantos... tudo era desculpa para correr para os adultos pedindo ajuda, se esconder embaixo da cama ou nem querer sair de cima dela! Por esse motivo, essa experiência linda e mágica que jamais esqueceremos, aqui vão cinco dessas coisas que me deixavam de cabelo em pé e que talvez tenham deixado muitos de vocês também...

1. Escuridão
Esse meu medo se manifesta até hoje, se bobear... mas naquela época era puro terror! Sair do quarto para fazer qualquer coisa durante a noite? Nunca! Aliás, dormir sozinha no meu próprio quarto? Nunca! Olhar para o espelho que ficava em cima da penteadeira no escuro? NUNCA, NUNCA, NUNCAAAA! "Vai que tem um fantasma ali? Vai que ele me puxa para dentro do espelho?" Qualquer escuridão poderia esconder uma alma penada... e minha pobre alminha de tão poucos anos estava bem ciente disso.

2. O Sexto Sentido
"Eu vejo gente morta... todo o tempo" SAI DA FRENTE, QUE EU TÔ CORRENDO!!! Se-nhor, bastava ver a chamada desse filme na tv, que eu me cagava de medo. Assisti uma vez quando tinha seis anos e bastou para eu nunca mais querer assistir na época. O garotinho saía do quarto para ir ao banheiro e acabava encontrando o fantasma da mãe dele na cozinha. Dessa cena eu não me esqueço, assim como outras bem assustadoras aos meus olhos de criança de meia dúzia de idade. Um fato engraçado é que me lembro do meu pai tentando me convencer de que o filme não era tão assustador porque toda vez que dava um comercial, o elenco se reunia para fazer um lanche...

3. Filmes do Jason
Eu era muito medrosa, mesmo! Mas poxa, ninguém nunca me avisou que o Jason não mata crianças. Como ele morreu aos treze anos, Jason só matava adolescentes e adultos. Porém, acho que, mesmo que soubesse disso, continuaria apavorada. Qualquer filme de terror me dava medo na infância: O Sexto Sentido, Sexta-Feira 13, Tubarão, Os Outros... inclusive me lembro de um filme onde o homem ficava com a cara toda desfigurada de ácido sulfúrico e saía atrás das pessoas. Se alguém aí souber o nome, me avisem, pois hoje amo terror...

4. A loira do banheiro e outras lendas
E quem nunca ouviu falar dessas histórias? Atire a primeira pedra quem nunca sentiu aquele medinho de ir no banheiro da escola e dar de cara com o espírito de uma loira que morreu há séculos, e que provavelmente iria aparecer se você desse descarga três vezes... ou quando ela tivesse vontade de matar você! Some a isso as histórias do velho do saco, mula sem cabeça, lobisomem e várias outras lendas do folclore que me arrepiavam e tornavam minhas experiências de ir ao banheiro e dormir à noite mil vezes mais difícil.

5. Freiras do colégio em que eu estudava
Essa é leve, porque não eram todas as freiras que me assustavam, - na verdade, quase nenhuma - mas algumas pareciam ser muito rígidas e severas com as crianças, e eu tinha o maior receio de levar bronca de uma delas (de tão desvairada que eu era, não sei como nunca levei esporro de uma no jardim de infância...). Sem falar de uma freira bem velhinha que morreu quando eu estava na 2ª série e alguns colegas inventaram histórias sobre um cemitério que existiu embaixo da escola e que, se eu não rezasse pela alma da velha, ela ia vir puxar meu pé à noite. Cruzes!

Quais eram as coisas que te davam medo na infância? Se identificou com alguma que mencionei no post? Responda nos comentários aí embaixo, vamos relembrar o/



sábado, 10 de outubro de 2015

Como lidar com a falta de tempo?

Nunca me dei bem com rotinas, mesmo sabendo que é o melhor para mim. Me empenho bastante no começo, mas depois a única vontade é de arrancar todos os cabelos da cabeça. Quando é semana de provas, estudo muito bem para as matérias que vêm primeiro, mas as que ficam por último... essas sofrem. Parece que algum mecanismo no meu cérebro apita: “só trabalho, só trabalho, só trabalho” e não sai. Daí eu assisto um filme. E fico no computador. E leio um livro. E vejo um episódio de uma série. E vou dormir tarde. E acabo estudando meia hora antes da prova.

Não é nenhuma surpresa o resultado ruim que vem depois, né? Afinal, eu fiz por merecer. Mas foi na tentativa de reverter isso que comecei a pensar em uma solução.

Pense em algo do seu dia que você faz sempre, mesmo sabendo que é desnecessário. No meu caso, uma dessas atividades seria ver muitas postagens no Face, incluindo os comentários. Até hoje isso não me ajudou muito, além de não ter me deixado feliz. Eu ficaria muito melhor vendo um filme sobre o qual eu poderia escrever depois, ou conversando com quem está comigo dentro da minha própria casa. Entrar em “tretas” nunca valeu a pena, mas já prejudicou nos estudos. Isso e as constantes visitas aos sites de fofoca.

Tudo isso é diversão? É. Mas no meu caso estão mais para vício, e não o que realmente gosto e que me deixa feliz. O que me leva à seguinte pergunta: “É falta de tempo, mesmo, ou sou eu que não estou sabendo aproveitá-lo?”

Quando você está trabalhando, você se empenha ou demora muito para avançar? Vive se distraindo com outras coisas? Pois é, o erro também pode ser esse. Já parou para pensar que tudo seria mais fácil se você terminasse suas obrigações em pouco tempo? Assim, daria para relaxar e fazer o que você quiser. Agora, se você está trabalhando demais, o conselho é outro: que tal diminuir o ritmo, ou até cair fora? A ideia pode parecer absurda, mas é verdade: sempre é possível sair da situação em que estamos. Se você já viu O Diabo Veste Prada, deve saber o que a personagem fez no final: se demitiu, e com razão! Pode ser chato perder um, dois ou até dez anos em algo que está nos deixando infelizes, mesmo que o dinheiro seja bom. O pior mesmo é perder a vida inteira.

Espero que essas dicas tenham ajudado. Afinal, na maioria das vezes, nós mesmos podemos reverter nossa falta de tempo. Além do que já foi dito, também seria interessante ver em que condições você está trabalhando, se o local é tranquilo ou se, caso não seja, como pode melhorá-lo ;)


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Sobre o filme: Duas Vidas

"Se você tivesse a chance de encontrar consigo mesmo quando tinha 8 anos de idade, será que aquela feliz criança gostaria de ver o que você se tornou quando cresceu? Em se tratando de Russ Duritz, a resposta seria um ressoante "Não!". Russ tem sua pacata vida como um profissional bem-sucedido virada de cabeça para baixo quando, de forma mágica e inesperada, encontra Rusty, ele mesmo com apenas 8 anos. O pequeno Rusty não fica nada feliz ao ver seus sonhos de ser um piloto de avião irem por água abaixo após conhecer sua versão adulta. Porém, o convívio de ambos irá ajudar Russ a relembrar seus sonhos de infância, para que ele possa se tornar o adulto que sonhava ser quando criança." (Fonte: AdoroCinema)

O que Duas Vidas tem a ver com O Pequeno Príncipe? Tudo! Apesar de em nenhum lugar anunciar isso, as referências ao livro estão por toda a parte no roteiro do filme. Russ desejava ser um aviador, – a profissão do narrador-personagem do Pequeno Príncipe – mas, com as influências do mundo, acabou se tornando algo totalmente diferente do esperado: um consultor de marketing.

Quando seu eu criança surge, ele começa a se dar conta dos erros que cometeu. Eram tantos sonhos! Ter um cachorro, uma namorada, pilotar... e nenhuma dessas coisas ele havia realizado. Tornou-se um homem frio e ganancioso, que tira sarro com a cara dos outros, e o que é pior: ensina as pessoas a mudarem a própria imagem para mostrar o que não são.

O pequeno prín... ops, pequeno Russ tem muitas coisas a ensinar a seu eu adulto, mesmo sendo bem mais novo. Veio para mostrar que os sonhos continuam lá, e que não é só a aparência física ou algumas manias que vêm desde a infância que aproximam os dois. A criança dentro dele não morreu, só havia sido abandonada. Ele precisava dar uma chance para que ela entrasse.

Existem várias cenas de comédia em “Duas Vidas”, embora também haja espaço para o drama. Me emocionei em vários momentos, principalmente quando estava chegando no final. O filme me fez pensar muito sobre os meus próprios planos para o futuro, e se quando eu chegar aos quarenta anos, o meu eu de hoje se orgulhará do que me tornei, mesmo que assim como o protagonista eu tenha alcançado muito dinheiro. No final, a melhor lição que tirei dele é que, mesmo para lá da idade, mesmo após tantos anos, a gente ainda pode largar tudo e ser feliz.

Na minha opinião, é um filme da Disney pouco lembrado, mas que, ao mesmo tempo, é um dos melhores. Se você ama o Pequeno Príncipe, tem tudo para se apaixonar por ele. “Duas Vidas” pode não ser cheio de citações para a vida assim como o livro de Saint-Exupéry, mas ainda assim gera um bom momento de reflexão. Esteja preparado(a) para rir e chorar assistindo esse filme.


Elenco:
Bruce Willis como Russ Duritz
Spencer Breslin como Rusty Duritz
Emily Mortimer como Amy
Lily Tomlin como Janet
Dana Ivey como Doctor Alexander

Direção: Jon Turteltaub


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Com vocês, Vanguart!

Não sei vocês, mas eu sou mestre em passar horas em app's como Deezer.com procurando músicas novas que se encaixam perfeitamente na minha vida. E esses dias, eu parei pra procurar e achei várias bandas. Dentre elas a Vanguart, que eu gostaria de apresentar minhas três músicas favoritas deles a vocês. Pra quem curte Banda do mar, Marcelo Camelo, enfim, estilo indie/folk/alternative, vai gostar bastantes dessas (rs).

1. Demorou Pra Ser
Amo de paixão essa!! "Demorou pra ser, mas agora é!"


2. Mesmo de Longe
Sabe aquela pessoa que você pode ficar longe, quanto tempo for, mas mesmo assim ainda vai conseguir senti-la? Essa é dedicada a essa pessoa, então (rs).


3. A Escalada das Montanhas de Mim Mesmo
Gosta de música com ar ontológico? Então essa vai pra você!



Design criado por Thaís Maria. Todos os direitos reservados.