quinta-feira, 30 de julho de 2015

Pega a solidão e dança!

[ Três dias - Marcelo Camelo ♫♪ ]
Quando uma criança cai, a coisa mais difícil para ela fazer é se levantar. E depois que se levanta, ainda tem que cuidar dos ferimentos.

Quando nós caímos no fundo do poço, a coisa mais difícil é criar coragem para a gente levantar e depois disso ainda temos que cuidar para os ferimentos, tanto físicos como emocionais, sararem.

Nós podemos cair por vários motivos. Às vezes uma depressão, tristeza profunda, solidão, sentimento de inutilidade...


E de tanto passar por isso, a gente aprende algumas lições...

1. Saiba:
Toda tempestade é passageira.
Não importa sobre o que seja, vai passar... O tempo vai apagando aos poucos dessa dor... Afinal, todo produto tem data de validade e a tristeza, a solidão, também.
Já que não conseguimos parar uma tempestade, somente aprenda a dançar na chuva.

[ Tocando em frente - Almir Sater ♫♪ ]
2. Antes disso acontecer, tenham em mente algumas coisas:
a. Isso acontece com todo mundo, alguma hora iria acontecer com você, e vai continuar acontecendo. Seja realista.
b. Sabendo disso, se prepare... Pense em tudo que você conquistou e não perdeu até hoje, inclusive as pessoas!
c. Você nunca vai estar sozinho. Você tem bilhões de bactérias dentro de você e sendo você mesmo, sempre terá pessoas ao seu lado.

3. Por que estou assim?
Tente saber o porquê você se sente assim e sanar o mais rápido possível esse problema. Porque quanto mais tempo você passar assim, vai ser pior para você mesmo, não vai te ajudar.

Bem, esses foram três pontos que eu tirei (rs). Se você tiver mais, deixa aí nos comentários!


terça-feira, 28 de julho de 2015

Sobre o filme: Dicionário de Cama

John Truscott é um jovem oficial inglês que é enviado para a Malásia para participar dos esforços de colonização britânica no local. Logo ao chegar, Truscott tem problemas com a língua local, sendo que, para resolvê-lo, os Ibans, a tribo nativa do lugar, oferecem um "dicionário de cama", uma nativa que viveria com ele e iria ensiná-lo a língua e os costumes locais. Inicialmente, Truscott recusa a oferta, mas acaba aceitando-a e passa a viver com Selima. Porém, se apaixona perdidamente por ela, abandonando sua missão, seu país e até mesmo seu idioma, o que provoca a ira de seus oficiais no exército britânico. (fonte: AdoroCinema)
Esse é aquele tipo de filme onde se olha o título e pensa: “Mas o que é isso?” “É filme de sacanagem?” “Safadeza?” Calma, calma, gente! Como é possível ver na sinopse, Dicionário de Cama é um filme romântico. Ele foi lançado lá em 2003, com o objetivo de, além de romance, trazer temas como a colonização e o chamado "fardo do homem branco".

Se você ainda não ouviu essa expressão, deve estar se perguntando o que é. Lá no século XIX, os europeus acreditavam que tinham uma grande missão na vida, a de educar e civilizar os povos considerados "inferiores", "selvagens". Essa era uma tarefa difícil, que exigia que eles fossem aos locais onde viviam essas populações e levassem o conhecimento, ganhando a confiança dos nativos para que depois pudessem exercer o domínio sobre os mesmos.

Quando John e Selima se conhecem, eles não se dão nada bem. Os costumes puritanos da época o impedem de ficar com ela. Mas é claro que ele se rende, e é aí que surgem os problemas. Apesar de todo mundo botar a maior pressão para eles fizessem sexo, a intenção era que ele a largasse depois de um tempo e se casasse com uma "respeitável" moça inglesa (afinal, os casamentos arranjados eram algo comum). Essa se tornou uma das muitas inconveniências que foram surgindo ao longo do filme. Apesar de ter 1h49, fiquei com os olhos tão grudados na tela, que nem percebi que passou.

O filme não se trata de uma superprodução com efeitos especiais, mas ainda assim é bom. É leve e tocante, e me fez pensar sobre quantas histórias parecidas ocorreram no contexto das colonizações (mesmo que elas provavelmente não tenham acabado nada bem). Torci muito para que o romance entre John e Selima desse certo no final. Senti alegria, tristeza, raiva, ansiedade e um desejo enorme de ver tudo solucionado. Mas não vou contar o que acontece para não estragar a história.

Filmes com temática indígena, mesmo que não sejam sobre os índios daqui do Brasil, me interessam e muito. Sempre fico me perguntando como era tudo aqui antes da chegada dos portugueses. Se você também se sente assim, não pode deixar de ver Dicionário de Cama. Isso, é claro, se você também for do tipo que não perde um bom romance <3

Elenco:
Jessica Alba como Selima
Hugh Dancy como John Truscott
Bob Hoskins como Henry
Brenda Blethyn como Aggie
Emily Mortimer como Cecil


segunda-feira, 27 de julho de 2015

3 coisas que aprendi nas vezes em que fui trocada

Todo mundo aqui já foi trocado por alguém em favor de alguma coisa ou de outra pessoa, nem adianta tentar escapar  porque simplesmente não rola. Apesar de ruim, ser trocado sempre quer dizer algo. Depois de tanto passar por isso, pude tirar pelo menos 3 lições:

1. A primeira de todas: quando alguém te troca, isso prova que você não é prioridade.
Se você está sendo trocado(a), seja por um jogo ou por qualquer outra coisa, simplesmente você não é prioridade. Isso prova que tratar a outra pessoa como prioridade também não deve ser feito.  A Prioridade na sua vida é pra quem merece, pra quem te trata da mesma forma ;)

2. Você tem que ser sincero(a)
Não adianta colocar outra pessoa no lugar. Digamos que algum amigo tenha te trocado, não adianta fazer um novo amigo para substituir. Seja sincero, diga como você está se sentindo e talvez as coisas até possam mudar. Mas caso não mudem, não coloque outra pessoa no lugar... A própria vida se encarrega disso.

3. Nem tente se vingar
Sei que sua mãe provavelmente já disse isso milhões de vezes... Mas é a mais pura verdade! Você acaba se igualando fazendo vingança. Um dia a vida retribui, e posso te dar certeza que é mil vezes pior a vingança que a vida traz!

Bem, pensando sobre isso, foram três lições que eu tirei, mas pode ser que você tenha mais pontos! Então, deixa aí nos comentários! (rs)

domingo, 26 de julho de 2015

Já li: O Duque e Eu, da Julia Quinn (Série Os Bridgertons - 1)

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. (fonte: Skoob)

Esse é o primeiro livro da série, e até agora me pergunto por que li outros quatro antes de finalmente pegar o primeiro para ler. Esse livro é maravilhoso, um ótimo start para essa série que conquistou meu coração.

Desde a primeira página, a história do Simon me prendeu. Ele era um menino rejeitado pelo pai, que o considerava um idiota e por isso não achava que o filho seria um bom sucessor. O velho pagou pela língua, mas Simon nunca o perdoou. Isso o influencia em 99% das decisões que toma, já que tudo o que ele mais quer é ser o oposto do que o duque desejava para ele. Agora como o novo duque de Hastings, o solteiro mais desejado da temporada, ele tem como convicção jamais se casar. Isto é, até conhecer Daphne.

Aliás, a Daphne também despertou minha simpatia. Sendo a primeira mulher depois de três filhos homens, ela aprendeu muita coisa com os irmãos mais velhos Anthony, Benedict e Colin. Conhece bem o tipo de homem que eles são, libertinos confessos, e sabe também que Simon, melhor amigo de Anthony, é um deles. Porém, desde as primeiras conversas ela sabe que não está imune ao charme dele. Além disso, fica sabendo da promessa que ele fez de nunca se casar e ter filhos e espera que ele mude de ideia, já que isso é tudo o que ela sempre desejou.

É muita inocência da parte dela? Para alguns sim, mas a verdade é que Daphne está totalmente apaixonada e não pretende desistir de Simon. Uma característica que gosto muito nos livros da Julia é o famoso: “o que aconteceu depois?” "Como ficou a vida do casal depois do casório?" "Viveram felizes para sempre?" "Ou será que não?" Tudo isso que eu sempre fico desejando ver nos filmes e séries, a Julia mostra (pelo menos até onde dá).

Acontece tanta coisa nesse livro que nem dá para falar tudo. Erros, acertos, reviravoltas, perda da inocência, cenas hilárias... A superproteção do Anthony em relação à Daphne, o aparecimento de uma misteriosa escritora de fofocas em Londres, a presença da irreverente Lady Bridgerton, matriarca da família, entre tantos outros fatos que eu juro que estou com os dedos coçando para contar na resenha, mas acho melhor não (motivo: spoilers).

Ainda falta ler Para Sir Philip, com amor, mas já posso adiantar: quem gosta dos Brigertons, ama. E recomendo a você que está lendo essa resenha "começar pelo começo", O Duque e Eu, com toda a sinceridade. Os personagens me cativaram de um modo que foi difícil largar esse livro mesmo sendo de madrugada e eu tendo que acordar de manhã cedo. O Simon é um lindo, sem tirar nem pôr. E Daphne é uma mocinha que enfrenta seus problemas sem querer usar a família como bengala (embora em muitos momentos os irmãos insistam em querer fazer as coisas por ela).

No final Simon se tornou, ao lado de Colin, o personagem masculino da série mais parecido comigo. Isso é algo bastante contraditório, já que os dois têm personalidades opostas. Vai entender... Já a Daphne se tornou uma personagem que eu adoraria conhecer na vida real.


Agora, me contem: o que acharam da resenha? <3


sábado, 25 de julho de 2015

Resenha do álbum "Troco Likes", do Tiago Iorc

Esse é um post que deveria ter aparecido no blog há muito mais tempo, mas houve uma mudança. A princípio, a ideia era falar sobre o álbum Zeski, do Tiago Iorc. Acontece que esse mês o moço lançou seu mais novo cd, e a vontade de fazer um review passou para essa nova obra.

Foi através da regravação da música “What a Wonderful World” que fiquei conhecendo o trabalho dele. Como uma coisa leva a outra, acabei indo ver a discografia. Cada música boa! Eu, que assumidamente não tenho tanto contato assim com a música brasileira atual, fiquei impressionada.

Como você já deve ter adivinhado, o título do álbum é uma alusão à acirrada briga de likes nas redes sociais. Hoje em dia, tudo se resume a postar fotos e ganhar centenas – ou até milhares – de likes, comentários e, falando mais curta e grosseiramente, atenção. É por isso que o desenho – um trabalho impressionante de Néstor Canavarro – ilustra tão bem o nome. Na busca incessante pelo sucesso, vale fingir ser o que não é, pregar um sorriso falso no rosto e forçar simpatia em troca de curtidas. E, para que o número delas seja cada vez maior, vale até mesmo... trocar likes.

Os títulos das músicas também são muito convidativos. Logo de cara, fiquei curiosa para ouvir “Alexandria”, “Amei Te Ver”, “Coisa Linda” e “Sol Que Faltava” (alguém mais se lembrou daquele meme do Michael Jackson?). Não me decepcionei com nenhuma. Logo em “Alexandria”, a primeira do álbum, vi que o resto do conteúdo ira ser bom. As letras em são bastante claras e trazem uma reflexão para a nossa própria vida. Diferente de outros discos do Tiago, a maioria delas é em português, sendo apenas a faixa-bônus, “Till I'm Old and Gray”, em inglês.

Um pedaço da letra de "Coisa Linda"

“Amei Te Ver” é uma música tranquila e bem bonitinha. Sabendo que o cantor já teve muitas canções em trilhas de novelas, eu não ficaria surpresa de encontrar essa em uma. Assim como “Coisa Linda”, que é tão fofinha e linda quanto o próprio título já diz. “Sol Que Faltava”, “Eu Errei”, “Bossa” e “Liberdade ou Solidão” parece que falam diretamente comigo, sobre desejos e atitudes que eu mesma tomei inúmeras vezes. E “De Todas As Coisas” é totalmente apaixonante.

Troco Likes é uma ótima pedida para conhecer e gostar de mais músicas nacionais. É bom tanto para quem já conhece, quanto para quem não conhece quase nenhuma. Pode não ser tão legal para quem prefere batidas frenéticas, música eletrônica, etc, mas para aqueles que curtem muito mais letras do que arranjos complexos, pode ter certeza: o cd é de qualidade. Então, se você se interessou, não perca tempo e vá correndo ouvir. Espero que você o ame tanto quanto eu <3

Lista completa das músicas:
1. Alexandria
2. Amei Te Ver
3. Mil Razões
4. Eu Errei
5. De Todas As Coisas
6. Coisa Linda
7. Bossa
8. Cataflor
9. Liberdade Ou Solidão
10. Sol Que Faltava
11. Til’ I’m Old And Grey




quarta-feira, 22 de julho de 2015

Como foi o Rio Anime Club? (05/07/2015)

Ontem foi comemorado o Dia do Cosplayer! Coincidência ou não, o post de hoje é sobre uma feira de animes que ocorreu no dia 5 lá no Clube Hebraica, em Laranjeiras (e que estava lotado!). Nesses eventos, é muito comum ver as pessoas vestidas como seus personagens preferidos, além de ser um ótimo lugar para conhecer gente nova e comprar umas coisinhas. Eu fui com a minha amiga e tirei várias fotos. Nesse post, você confere algumas delas ;)

São vários stands cheios de produtos de animes, séries, filmes e cultura pop em geral. Bonecos de ação, camisetas, chaveiros, pelúcias, máscaras... são infinitos itens que podem ser adquiridos por lá. Eu sempre levo alguns bottons, é uma espécie de tradição. Dessa vez comprei alguns do Pokémon e uma camiseta do Superman (foto no final do post).




Além dos stands, existem várias atividades, como o desfile cosplay e apresentações de dança k-pop, além de uma atração principal, que pode ser um dublador de um desenho, um youtuber famoso ou um cantor oriental. Nessa edição, quem apareceu foi o Muca Muriçoca, um youtuber bem conhecido da galera que curte jogos e humor. Teve inclusive um game onde uns garotos e umas garotas subiram no palco e aquele que uma das meninas achasse que fez uma boa cantada ia levar um selinho. Foi muito engraçado, a plateia estava louca com a presença do Muca e teve muita gritaria. Aguardando até agora a postagem do vídeo no canal só pra ver se eu saí na filmagem.

E o cosplay? Bom, dessa vez infelizmente não fui. Já falei aqui no blog sobre meu cosplay de Daenerys Targaryen, o qual simplesmente amei fazer. Em algum momento pretendo fazer um dos cinco cosplays que também mencionei aqui, principalmente o de Alice Madness Returns. Só falta a grana! Assim que der, aparecerei fantasiada. Prometo!

Vocês já foram em algum desses eventos ou estiveram lá? Se não, gostariam de ir? Já deu para ver o quanto eu curto, né? Agora quero saber a opinião de vocês ♥

Para ver mais fotos do evento, clique aqui.

Minhas lembranças do RAC

terça-feira, 21 de julho de 2015

Sobre: Rock of Ages - O Filme

Sherrie é uma jovem que chega em Los Angeles vinda de uma cidade pequena. Ela sonha se tornar uma cantora de sucesso, mas pouco após desembarcar do ônibus tem sua mala roubada. Quem a ajuda é Drew, que consegue para ela uma vaga como garçonete na famosa casa de shows Bourbon, ícone do cenário rock da cidade. Drew também trabalha no lugar e não demora muito para que eles engatem o namoro. Só que o Bourbon enfrenta problemas financeiros e seu dono, Dennis Dupree, acredita que possa salvar o local com a renda do último show de Stacee Jaxx com a banda Arsenal, já que ele pretende seguir carreira solo. Entretanto, a esposa do prefeito, Patricia Whitmore, pretende fazer o que estiver ao seu alcance para fechar o Bourbon, já que o considera um antro de perdição para os jovens. (fonte: AdoroCinema)

Para início de resenha, que trilha sonora a desse filme! Já conhecia a maioria das músicas, e não pude deixar de curtir todas. Isso mesmo, Rock of Ages é um musical, onde toda e qualquer situação acaba em muita música e coreografia. Tem Bon Jovi, Scorpions, Guns N' Roses e muitas canções famosas dos anos 80. É claro que assim que o filme acabou, tive que ir correndo procurar a trilha na internet para saber a lista completa.

São muitas as referências a artistas do rock. Aliás, ver Tom Cruise interpretando um rockstar foi uma surpresa para mim. O personagem tinha toda uma pinta de Axl Rose, algo que é visível desde o começo. A atuação foi incrível, sou suspeita demais para falar do Tom, mas a verdade é é que ele arrasou, vestindo muito bem (ou melhor, não vestindo) a camisa de Stacee Jaxx.

Rock of Ages tem uma história bem leve que se passa nos anos 80, com romance, humor, brigas e o mundo da música na época em que o rock estava muito mais em evidência. A fotografia é maravilhosa, com muito jogo de luz e cores que colaboram com a parte visual, principalmente nas cenas de palco. As coreografias também são contagiantes.

Algumas partes me lembraram Footloose, como a perseguição da igreja contra o rock e a música Waiting For A Girl Like You, que toca em ambos os filmes. A Sherrie me lembrou muito a Christina Aguilera em Burlesque, uma garota de cidade pequena que largou tudo para seguir seu sonho de ser cantora. Aqui em casa acharam o Drew parecido com o Fiuk, o que achei muito engraçado e tive que concordar.

Como sempre acontece com musicais, senti vontade de sair cantando e dançando por aí que nem uma louca. Adorei passar a tarde assistindo. Recomendo a todos, mas principalmente aos que não têm muito contato com o rock e querem conhecer o estilo. Rock of Ages (ou Rock de Eras, se traduzirmos o título) é um filme ótimo baseado em uma peça da Broadway.

As críticas na internet foram mistas. Algumas pessoas acharam que não fez jus ao rock ‘n roll, chegando até a comparar com Glee. Ainda bem que não li nenhuma delas antes de assistir. Assistam e tirem suas próprias conclusões. No final, quem gostou, gostou. Espero que vocês tenham curtido a resenha ;)

Elenco:
Tom Cruise como Stacee Jaxx
Julianne Hough como Sherrie Christian
Diego Boneta como Drew Boley
Alec Baldwin como Dennis Dupree
Catherine Zeta-Jones como Patricia Whitmore
Russell Brand como Lonnie
Malin Akerman como Constance Sack


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Vocês conhecem a banda Jamz?

Tudo começou no programa Superstar, da rede Globo, exibida aos domingos... Dentre todas as bandas que apareciam no programa e todas as eliminações, foram para a final as bandas Malta e Jamz.

No final, poderia dar empate, na minha humilde opinião, porque são todas incrivelmente boas. Quem venceu foi a Malta por causa daquela voz rouca maravilhosa do vocalista (mas que um dia ainda vai fazer uma operação parecida com a que o vocalista do Linkin Park fez nas cordas vocais. Escrevam isso! Kkkk. Porque quando ele canta, aparece nitidamente a veia na garganta, então tem alguma coisa errada).

Enfim, a banda Jamz ficou em segundo lugar mas isso não desmerece o ótimo trabalho que eles fazem. Minhas músicas favoritas dessa banda são:

1. Completa


2. Insano


3. Natural


Ouçam e deixem nos comentários o que vocês acharam dessa banda que eu amo!!


domingo, 19 de julho de 2015

Já li: Um Perfeito Cavalheiro, da Julia Quinn (Série Os Bridgertons - 3)


Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Apesar de ser filha de um conde, é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, ela consegue entrar às escondidas no baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhce o charmoso Benedict, filho da anfitriã. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois, mas Benedict não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas. (fonte: Skoob - adaptado)

Então, alguém consegue adivinhar que conto de fadas é esse? Sim, Um Perfeito Cavalheiro é uma releitura do conto clássico da Cinderela! Isso foi o que mais me animou para ler, considerando que a Cinderela é uma das minhas princesas favoritas. O que já vi de adaptações, tanto nos cinemas quanto nos livros, até perdi a conta. E mais uma delas é sempre bem-vinda.

Essa releitura é bem diferente pelo simples fato de expandir a história muito além do que a gente já conhece. Sophie (que representa a Cinderela) continua sendo uma garota órfã e escravizada pela madrasta e as duas irmãs, porém, é filha bastarda de um conde, uma criança gerada fora do casamento com uma mulher que não tinha status social.

Por conta de sua própria história, Sophie fez uma promessa: jamais seria amante de alguém. Não suportaria que um filho seu passasse pela mesma situação. Queria se casar e viver uma vida respeitável, mas se encontrava em uma grande contradição: por ter sido educada por uma tutora na infância, era nobre demais para ser uma criada, mas, por ser pobre e bastarda, seria desprezada pela sociedade assim que tentasse fazer parte dela.

É isso o que torna tudo mais difícil quando ela se reencontra com Benedict três anos após o baile. Sophie fica esperando que ele a reconheça, mas isso não acontece. Além disso, por achar que ela se trata de uma simples criada, ele não planeja se casar, por mais apaixonado que esteja, pedindo apenas que ela seja sua amante. E é aí que o conflito acontece.

Confesso que senti raiva em vários momentos do livro. Por que o Benedict não podia simplesmente entender a negação da Sophie? Por que a Sophie não podia explicar tudo de uma vez? Faltava muito entendimento entre os dois, e isso me deixava angustiada. Ninguém queria abrir o jogo e dizer o que realmente sentia. Sophie sabia exatamente quem Benedict era, mas ele não. E cá entre nós, se já é difícil reconhecer uma pessoa que você viu mascarada no dia seguinte a um baile, imagina após três anos, considerando que você nem sabe o nome dela?

Benedict não é um perfeito cavalheiro, como o nome sugere. É só a primeira impressão que ele passa. Ao longo do livro, vamos conhecendo seus defeitos e qualidades, além de seus dramas pessoais. Ele não é apenas o "Bridgerton número três", como os membros da sociedade gostam de falar. É "Benedict", uma pessoa, e deveria ser tratada como tal, não como um produto (coisa que eu concordo totalmente).

A verdade é que eu gostei e muito do livro, mas poderia dizer que dentre todos os que li da série até agora foi o que menos me cativou. Por outro lado, continuei achando as cenas hot (sim, porque os livros dessa série têm cenas de sexo) bem construídas e ficou fácil visualizar a história toda em si, o que me prendeu até o final. Sophie e Benedict não fazem que nem na história original da Cinderela, ou seja, mal se conhecem e "pufff!", se casam. Eles têm muita noção dos defeitos e qualidades um do outro, algo que achei bastante positivo.

No final, o livro é ideal para quem gosta da Cinderela, mas quer uma coisa diferente, mais densa, além do que a história tradicional mostra. Espero que tenham gostado da resenha. Aguardem que ainda vou falar sobre O Duque de Eu aqui no blog, hein? ;)



segunda-feira, 13 de julho de 2015

Animais da Disney como humanos... Como assim?

Todo mundo já viu muitos desenhos com animais como personagens principais da Disney. Mas já pensou como seria esses animais como humanos? Siim, como humanos! Foi isso que o artista Pugletto pensou. E como um maravilhoso artista, ele colocou no papel sua ideia! Confiram:


1. Mogli, o Menino Lobo

2. A Dama e o Vagabundo

3. Kovu – O Rei Leão

4. Aristogatas

5. Simba – O Rei Leão

6. Nala, Zazu e Simba – O Rei Leão

7. As Hienas – O Rei Leão

8. Shere Khan – Mogli, o Menino Lobo

Realmente é um trabalho surpreendente, não é mesmo? Eu simplesmente amei, o meu preferido é o da Dama e o Vagabundo. E o de vocês? Comentem aí! Rs ;)

Beijos de luz ;-*

Design criado por Thaís Maria. Todos os direitos reservados.