sábado, 31 de janeiro de 2015

Comecei a ler: A Menina que Roubava Livros

Semana passada, eu comecei a me interessar por um novo assunto no ramo dos livros: a Segunda Guerra Mundial. Tudo começou pelo filme O Menino do Pijama Listrado (sobre o qual vou falar aqui no blog na terça), que é uma história de drama. A Menina que Roubava Livros também é, e é aquele tipo de livro que todo mundo já leu, menos eu, mas sempre tive vontade de ler.

Preciso dizer que assisti primeiro o filme, na época em que lançaram, quando colocaram também vários downloads na internet para quem quisesse assistir. Das pessoas que conheço, quem já tinha lido antes teve uma grande decepção com o filme, mas eu, que ainda não conhecia a história, me apaixonei, e recomendei o filme para várias pessoas.

O principal motivo de eu não ter lido o livro, mesmo depois de ter amado o filme, era o preço. Como tinham acabado de lançar essa versão cinematográfica, o preço do livro subiu muito, pois todo mundo queria comprar.

Mas, como eu tinha dito anteriormente, O Menino do Pijama Listrado abriu minhas portas para esse gênero e não fechou mais. Quando vi, estava lendo o ebook dele, e, logo assim que terminei, caí no ebook da Menina que Roubava Livros.

Abaixo, a sinopse:

Quando a Morte conta uma história,
você deve parar para ler.


A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito.
A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto — e raro — de crítica e público.

Então, essa história me interessou muito. A Liesel é uma garotinha que precisa aprender as dores da vida e da perda desde cedo, pois tanto a mãe quanto o irmão, e começa a viver em uma casa de estranhos, onde sua nova tutora nem ao menos parece gostar dela. No entanto, isso não a impede de fazer amizade com um menino da sua idade, amizade essa que ainda tem muito para se fortalecer ao longo da história.

Eu queria falar mais sobre o livro, mas como se trata de um ebook, não há muito que eu possa dizer em relação às páginas. O que posso falar é sobre a capa, que trabalha com três cores principais: o preto, o branco e o vermelho. O preto porque representaria a Morte (aliás, ainda tenho dúvidas sobre a "pessoa" na capa ser ou não a Morte), o vermelho, o sangue, uma vez que estamos falando de Hitler, Segunda Guerra e muitas mortes violentas vão ocorrer, e o branco, que (sério, Thaís?) representa a neve, mas não apenas isso. Percebe-se que (supondo que a pessoa na capa seja mesmo) a Morte caminha sozinha, e à sua volta tem-se uma imensidão de... "nada". Talvez isso seja a representação do fim, ou o simples fato de que a Morte trabalha sozinha e não há ninguém para substituí-la (coisa que ela fala no começo do livro).

A narrativa, pelo que percebi, parece ser bastante simples, desde que se preste muita atenção nas metáforas. Se você é fã dessa figura de linguagem, já sabe: encontrou um livro que supre bem as suas necessidades, além de ter uma história ótima.

Quanto ao fato de ser em ebook, bem... Cheguei à seguinte conclusão: se você realmente tem muita vontade de ler um livro, mas o orçamento está baixo, leia em ebook. Mesmo que você não goste desse estilo de leitura, mesmo que ele não substitua a sensação de ler um livro em mãos, com páginas e a tranquilidade de poder ler em qualquer lugar sem se preocupar com assaltos, no final, acaba valendo a pena, pois a história você vai poder conhecer de qualquer jeito. E ainda vai ter certeza se vale ou não comprar o livro no futuro (site que recomendo para ebooks: http://lelivros.gratis/  e não, isso não foi uma propaganda).

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A Monica, de "Friends" recriada por mim no The Sims 4


Olá, minha gente! Hoje é dia de continuar minha saga na recriação  dos personagens de Friends no The Sims 4. O meu objetivo para hoje era postar todos de uma vez, porém, isso não pôde acontecer. Então, ficou decidido que eu vou trazer os personagens um de cada vez, porque é melhor fazer assim e ficar bom, do que fazer todos juntos e ficar uma porcaria. A personagem que eu escolhi para apresentar essa semana é a Monica. Vamos conferir? (Ei, psiu, já fiz a Rachel também. Se quiser ver, clique aqui).

A Monica é a personagem mais "mãezona" da série. Ela é dona do apartamento principal de Friends, no qual todos os seis personagens já moraram (menos o Ross). Ela é uma cozinheira nata, ex-gordinha, neurótica e romântica. Se apaixonou pelo melhor amigo lá pela virada da quarta para a quinta temporada e deixou todo mundo louco com essa novidade (tanto os fãs quanto os demais personagens). Admiro muito a Monica por ela nunca virar as costas quando os amigos precisam, e isso pode ser observado desde o primeiro episódio, quando surge a Rachel, a ex-melhor amiga que havia acabado de desistir de um casamento para o qual Monica nem havia sido convidada, e ela mesmo assim a perdoa e a acolhe em sua casa. Outro fato dela que eu admiro também é a força de vontade, pois ela conseguiu emagrecer após um longo período sofrendo com seu corpo, além de ter conseguido se reerguer após perder o emprego, e sem falar dos planos infalíveis dela (sim, porque em Friends é a Monica quem faz os planos infalíveis).

Quanto à criação da personagem no TS4, digamos que essa foi a terceira (repito, terceira) versão, e cada uma dessas versões foi começada do zero, pois a boneca/sim/ou chame do que quiser nunca ficava totalmente parecida com a Courtney Cox (a atriz que faz a Monica, para quem não sabe). O que me frustrava muito, pois a considero a mais bonita das Friends. Outro fato que dificultava bastante é que o rosto dela foi o que mais mudou ao longo da série, então ficava difícil "capturar" características que fossem, digamos... universais, que não mudavam nele. Porém, consegui realizar essa difícil missão.

No começo, eu me baseava em várias fotos, mas vi que isso não estava dando certo. Então, resolvi me concentrar em uma foto em particular, e é essa que está aí em cima. Se quiser fazer uma comparação dessa Sim com a Monica, faça sempre baseado-se nessa foto, pois foi dela que saiu minha inspiração. A Courtney estava no auge da beleza naquela época, quando ainda não fazia plásticas (se fazia, era imperceptível). Na minha humilde opinião, ela não precisava ter feito nenhuma delas, mas sabemos o quanto Hollywood pode ser cruel, já que muitas e muitas atrizes sempre fizeram e ainda fazem plásticas.


Ela tem um rosto que começa oval, mas termina quadrado, com o queixo um tanto quanto proeminente (isso fez sentido?), e, eu não sei o que aconteceu, mas nas primeiras duas versões eu consegui reproduzir direitinho esse formato, mas, na terceira, ele ficou bugado... talvez eu faça alguns ajustes antes de publicar todos os personagens para download, aí, vocês vão ter o rosto dela com o formato certo. Continuando, a sobrancelha dela é arqueada, porém de uma maneira harmônica, que não deixa o rosto pesado ou zangado. Quanto aos olhos, são azuis (algum daltônico por aqui?), nem pequenos, nem grandes, mas de tamanho médio. Os lábios são um pouco mais largos e, o nariz, de um tamanho "normal" (e existe tamanho normal para nariz, gente?).


Tentei compensar os erros que cometi no rosto (sim, porque agora eu enxergo os defeitos) caprichando nas roupas, tentando deixá-las o mais parecidas possíveis com as que a personagem usa. Acho que deu certo e, dessa vez, diferentemente da Rachel, eu não me baseei em nenhuma roupa particular da atriz, apenas nas da personagem. Meus looks preferidos são o casual, em que ela usa a roupa do último episódio, o de praia ("Aquele com a Água Viva") e a camisola, que foi o que ficou mais parecido:

 
 
 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

10 músicas legais que eu conheci na Billboard

Oi, gente! Tudo bem com vocês? Vim aqui hoje para falar de 10 músicas legais que eu conheci na Billboard dessa semana. Para quem não sabe, a Billboard é uma revista dos Estados Unidos que mostra o ranking de álbuns mais vendidos e músicas mais tocadas. O Hot 100 é a parada das músicas, onde toda semana as 100 músicas que mais têm feito sucesso nos EUA são reunidas e colocadas lá. De vez em quando eu gosto de entrar no site e dar uma conferida nas músicas, pois eles disponibilizam a lista. Por isso, decidi trazer para vocês 10 delas que eu conheci por lá e achei muito legal compartilhar. Lembrando que a Billboard também é muito útil se você gosta de ouvir as músicas-tendência antes de todo mundo, porque é regra: se fez sucesso na Billboard, vai fazer no Brasil também (pelo menos as primeiras da lista...).

1. Uptown Funk!, de Mark Ronson ft. Bruno Mars - Quem me conhece sabe o quanto sou fã do Bruno Mars (e podia rolar até uma análise dos álbuns que nem eu fiz com a Lady Gaga, hein?), e quando vi essa música no primeiro lugar, pensei: "deve ser coisa boa!". E é mesmo. Essa música em particular tem uma pegada anos 70 (assim como "Treasure", mas de um jeito diferente), e vou começar a prestar atenção nesse DJ Mark Ronson que mal conheço e já considero muito.


2. Take Me To Church, de Hozier - De todas as músicas que ouvi enquanto fazia esse post, essa foi a que veio e ficou na minha cabeça. Isso se deve à maneira do Hozier (mais um artista que acabei de conhecer) cantá-la profundamente, como se fosse uma prece. Amei mil vezes.


3. Lips Are Movin, de Meghan Trainor - Sou dessas que viraram fã da música "All About That Bass", principalmente por causa da letra, e quando ouvi essa aqui pela primeira vez, não pude deixar de reparar em como ela soa retrô, de um jeito muito legal (adoro o fato de as músicas atuais estarem trazendo de volta muitos estilos antigos, assim como "Uptown Funk!").



4. I'm Not The Only One, de Sam Smith - E essa melodia que eu amei tanto? E essa voz? Essa música fala sobre traição (como se pode ser no clipe), sobre quando você namora alguém e sabe que a pessoa está te traindo, e ele (ou ela) não faz a menor ideia disso, nem se importa com o seu sofrimento.


5. Sugar, do Maroon 5 - Acompanhei a evolução e mudança de ritmos do Maroon 5 desde as músicas do Songs About Jane (quer dizer, mais ou menos...), e, embora sinta falta de músicas que sejam no mesmo estilo de "Sunday Morning" e "She Will Be Loved", preciso dizer o quanto eu amei o ritmo dessa música aqui, de verdade. É muito gostosa de ouvir ("Suuugar!") merece virar hit. Será que chega lá?


6. Love Me Harder, da Ariana Grande ft. The Weekend - Eu já tinha ouvido uma paródia dessa música, mas nunca parado para ouvir a original. Quer dizer, até resolver fazer esse post. Fico muito feliz pela Ariana estar encontrando seu próprio estilo e suas músicas estarem cada vez mais distantes das da Mariah Carey... Também achei essa música deliciosa de ouvir, e a queria como número 1, assim como "Sugar".


7. Centuries, do Fall Out Boy - Um fato estranho é que eu nunca tinha me identificado com nenhuma música do Fall Out Boy... Mas tudo tem uma primeira vez, né? Gostei muito dessa aqui, que parece ter saído da trilha sonora de um filme de luta (e vai ver saiu mesmo). A capa do single tem tudo a ver com isso, e preciso dizer que achei criativa.


8. Animals, do Maroon 5 - Esse álbum novo está fervendo, não é? (Acho que está mais na hora de eu conferir...). Uma coisa que gosto muito no Maroon 5 é justamente essa exploração dos vocais do Adam. Sem falar que o refrão dessa música fica mesmo na sua cabeça.


9. Time Of Our Lives, do Pitbull ft. Ne-Yo - Que o Pitbull vive "hitando" por aí, todo mundo já sabe, então, dispensa apresentações. Esse é mais um feat. de sucesso, dessa vez, com Ne-Yo, que chegou para trazer todo o toque de diferencial da música. Já consigo imaginar vários remixes saindo dessa canção aí...


10. Waves, do Mr. Probz - Essa é a única música da lista que eu já conhecia de fato, porém, só o trecho do refrão, que tocava nos anúncios do Spotify. Foi aí que, ouvindo as músicas do top 100 da Bill (intimidaaade...), eu finalmente a ouvi por completo. E decidi colocá-la, porque só um trecho não conta, não é? Principalmente para uma música como essa (que na verdade foi lançada em 2013, mas ainda está nos charts).

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Look: Festa com estampa floral

Oi, gente! "Mas o que é isso? Floral na primavera? Isso é tão óbvio!" Pois é, não é primavera, nem Miranda Priestly disse essa frase exatamente desse jeito, mas o que eu quero passar é que, sim, eu fui num sítio usando vestido floral (o que teoricamente seria óbvio), mas isso não foi de modo nenhum planejado por mim. Então, vamos conferir a história de mais esse post #Aleatório (que eu tanto amo fazer)?

Faltava apenas um dia para a festa de um amigo da minha mãe num sítio aqui no Rio, e foi justamente nesse dia que eu e minha mãe saímos atrás de uma roupa para usar lá. Eu não sabia muito bem o que queria, mas ultimamente estava simpatizando bastante com roupas com "estampa da natureza". Porém, não eram exatamente flores que eu tinha em mente, e sim palmeiras, bichos (tucanos, araras e outras aves tropicais) ou frutas. Mas foi ao passar em frente a uma loja que eu me apaixonei por esse vestido à primeira vista, e fiquei muito feliz por ele ter servido em mim.

Na verdade, havia outro modelo, um azul claro que eu tinha achado ainda mais lindo, porém, esse não vestiu tão bem quanto esse modelo escuro. Acho que não deu um contraste muito bom com o meu tom de pele, ou até mesmo não me valorizou tanto quanto o outro modelo. Mas isso não importa, já que no final fiquei muito feliz com a minha compra (e sim, o vestido levantou um pouco durante a sessão, mas só fui perceber depois...)

Além de na festa, esse vestido foi usado também no shopping, pois foi para lá que eu fui após sair do sítio. E não é que serviu bem? Algumas pessoas acham que usar esse tipo de roupa em shopping não combina, porém, eu acho isso uma grande besteira. Agora, quanto ao supermercado, que eu fui logo depois do shopping, eu já não recomendo usar essa roupa, pois fica um pouco demais. Recomendo mais para shopping e festas mesmo, passeios no parque e caminhadas no calçadão da praia, para quem não quer se banhar.

É muito engraçado porque desde quando criei o blog (que agora pareceu que foi há um século, mas foi há apenas um mês), eu tinha decidido que o foco não seria moda, até por eu apenas apreciar o assunto, mas não ter tanta base para fazer um blog apenas baseado nisso (vale a mesma coisa para maquiagem). Então, ficou decidido que só de vez em quando eu postaria sobre o assunto, seja em alguns looks que eu usei e gostaria de compartilhar, seja em outros tipos de post, como os looks de filmes que eu gostei. E eu achava que ia demorar muito para eu postar algum look, mas depois de apenas um mês? Foi bem mais cedo do que eu pensava.

As fotos eram para ter sido tiradas antes do evento, quando a maquiagem tinha acabado de ser feita e eu ainda estava muito bem arrumada. Porém, como eu estava atrasada (o que é muito frequente), eu tive que deixar para o final do evento e depois que eu cheguei em casa. A foto em que eu estou andando foi tirada pelo meu pai. As demais foram tiradas por mim, a maioria delas usando o timer da câmera, e acho que o resultado ficou bom.

É muito divertido tirar fotos assim, pois muitas vezes as poses saem engraçadas e diferentes do que você imaginou. E, nas que ficam boas, você se surpreende com o resultado, pois ou fica exatamente do jeito que você quer, ou ficou melhor, o que se torna bastante gratificante. Sem falar da sensação de que a câmera é sua amiga, que está ali sempre pronta a fazer suas fotos ficarem perfeitas.

É isso, gente. O que acharam desse post estilo "Look do Dia"? Sério, eu nunca me imaginei realmente fazendo isso, quero dizer, só uma vez, com um look específico que pretendo usar e mostrar depois aqui no blog... Mas, fora isso, jamais pensei. E achei legal compartilhar com vocês como foi a escolha do vestido e a "sessão de fotos". Se vocês também gostaram, ou não gostaram, comentem! Adoraria ler sua opinião.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

10 filmes que eu achei tão bons quanto os livros

Oi, gente! Dia animado, dia de filmes! Isto é, pelo menos aqui no blog. O tema de hoje são os filmes que eu considero tão bons (e, em alguns poucos casos, até melhores) quanto os livros. Sei que muita gente vai sentir falta de alguns filmes aqui na lista, mas é que, gente, eu não assisti e nem li todos os filmes e livros do mundo, então é claro que vai faltar alguns. Porém, teremos dez itens aqui na lista, então já se pode esperar que pelo menos um deles vocês já devem ter visto. Leiam, comentem, deem suas opiniões sobre os filmes e o post. E acompanhem (observem que a ordem não importa, pois a lista foi feita de acordo com os que eu fui me lembrando):

Harry Potter:
Raramente se vê filmes baseados em livros que sejam tão bons quanto Harry Potter. É óbvio que muitas das cenas dos originais escritos por J.K. Rowling foram cortadas, principalmente na Ordem da Fênix, que é o maior livro da saga. Entretanto, o essencial de cada um deles estava ali, com a maioria dos fatos correspondendo exatamente aos livros (na verdade, como eu vi cinco dos sete/oito filmes primeiro, quando fui ler os livros, imaginei tudo exatamente como neles, os personagens, as cenas, os cenários...). Percebe-se que a franquia não seguiu o mesmo rumo que muitas que vemos por aí, que conforme vão faturando, começam a cair o nível nos filmes. Foi um grande demonstração de respeito aos fãs da saga e, por isso, a maioria dos leitores de Harry Potter gosta dos filmes (eu acho).



 
Crepúsculo:
Podem falar o que quiser, mas gosto de Crepúsculo. E gosto ainda mais dos filmes, que foram tão bem adaptados dos livros. Tudo bem que esse foi mais um filme que eu vi antes, e acho que isso influencia um pouco (muito, na verdade), mas é inegável para os fãs da saga que Bela, Edward, Jacob e os demais personagens ficaram bastante parecidos com o que é descrito nos livros. Destaque especial para a atriz Kristen Stewart, que incorpora a personagem de uma maneira tão convincente. Ela é a Bella. Ponto. Senti falta de apenas algumas cenas no filme Amanhecer - Parte 1, mas isso não tem problema, pois, como sempre acontece nas adaptações ao cinema, muitas cenas são cortadas para que os filmes não fiquem gigantes (senão ninguém ia querer assistir, né, gente?).



 
A Culpa é das Estrelas:
Esse sim eu li antes do filme. E posso dizer que amei a adaptação, e fiquei muito surpresa ao ver que eu imaginei muitas coisas do jeito certo (a Holanda, por exemplo). A cena [ALERTA SPOILER!!!] em que a Hazel faz o funeral do Augustus quando ele ainda está vivo me emocionou mais do que quando eu li o livro, principalmente por causa da maneira como construíram a relação deles no filme (alô, mensagens de texto que são mostradas na tela!).



 
O Poderoso Chefão:
Considerado um clássico do cinema, muitos não sabem, mas ele também foi livro. O filme acabou ficando muito mais famoso, chegando a ofuscar sua versão impressa, mas isso não quer dizer que ela não merece uma conferida, muito pelo contrário. Em algumas livrarias é possível encontrá-lo com o título "O Chefão", embora geralmente ele tenha o mesmo nome que o filme. A história nele é contada de maneira muito parecida, e alguns elementos do segundo filme estão presentes, como a história do Don Corleone antes de se tornar um mafioso nos Estados Unidos. Quando se lê, é possível ver como as cenas foram bem adaptadas, como a do casamento da Connie e o período que o Michael passou na Sicília.



 
Um Dia:
Foi justamente por ter achado o filme tão bom que resolvi ler o livro. E percebi que ele conseguiu passar muito bem a essência dos capítulos, que contam como foi cada ano na vida de Emma e Dexter a partir de 1984. Anne Hathaway, como sempre, vestiu a personagem como sendo ela própria e Jim Sturgess, que eu já havia assistido em Across the Universe (um filme baseado em músicas dos Beatles), captava muito bem o jeito "curtindo a vida adoidado" do Dexter, apesar de seu amor secreto por Emma. Recomendo assistir, tendo lido o livro ou não, pois de qualquer jeito ou de outro essa história (e seu fim) irá te emocionar.



 
As Crônicas de Nárnia:
Comecei a ler Nárnia há pouco tempo e já estou amando. E cada vez mais vou percebendo o esforço de trazer aquilo que está nas páginas para a vida real (ou melhor, a realidade das telas). Eu gostaria de ver o final da saga no cinema com os mesmos atores, porém sei que isso provavelmente não vai acontecer, já que a idade dos atores não vai estar correspondente (o ator William Moseley tem 27 anos atualmente, sendo que o Pedro, no livro, tinha apenas 22 quando se encerrou a saga. Até decidirem gravar o filme, então...) Triste.



 
Marley & Eu:
Esse foi um dos poucos livros que realmente me fizeram chorar (e muito!), e chorei ainda mais com o filme, que passou todo aquele sentimento [ALERTA SPOILER!!!] de ter um cachorro, viver muitas alegrias com ele, pra depois ele envelhecer e morrer bem antes da gente, de uma maneira bem triste. Muitas cenas engraçadas e emocionantes que o John Grogan escreveu no livro estão ali no filme, e me dão até medo de assistir quando está passando na tv (medo de chorar como nas outras vezes, socorro). É impossível amar cachorros e outros bichos em geral e não se apaixonar por esse filme.



 
Os Miseráveis:
Li a adaptação desse livro quando criança umas mil vezes. Ela havia sido feita por Walcyr Carrasco justamente para que as crianças pudessem conhecer a história resumida e sem alguns detalhes "comprometedores". Não li a versão original (queria comprar, pero no tengo la plata), mas, baseada nessa adaptação que li quando criança, posso dizer que ficou muito bem feito, captando todo o sofrimento, toda a miséria da qual é constituída esse livro. A ruína de Fantine, que fazia de tudo para o bem de sua filha Cosette, sem nem saber que estava sendo roubada e, a menina, maltratada; a história de Jean Valjean, que reconstruiu sua vida de ex-prisioneiro (por ter roubado um pão!) e virou prefeito da cidade, entre tantos outros fatos, todos estavam ali, indicando que esse filme merecia sim um Oscar.



 
As Vantagens de Ser Invisível:
Esse livro foi um dos melhores que li em 2013, e é daqueles inesquecíveis. A história do Charlie (que no filme é o Logan Lerman) é realmente muito cativante, sendo um dos livros que mais me deixaram triste por estarem acabando, pois poderiam durar para sempre. O filme serve como uma forma de ampliar aquilo que vimos no livro e diminuir essa sensação de perda. A cena que eu mais amo, que é justamente a que é citada na abertura do livro (e depois aparece em outra parte), também está no filme, o que me fez me apaixonar ainda mais por ele. Se você leu o livro e ainda não viu o filme, não perca mais tempo esperando, pois vale a pena.



 
O Lado Bom da Vida:
Confesso que ler O Lado Bom da Vida não foi uma tarefa fácil: eu parei pouco depois das primeiras cem páginas (ou até antes disso) e fiquei estacionada, até que emprestei o livro para uma amiga que gostou muito. Só que, mesmo assim, assisti o filme antes, e qual não foi minha surpresa ao descobrir que eu estava lendo livro do jeito errado... O tempo todo eu estava pensando que a Jennifer Lawrence era a Nicki, por causa da capa, mas isso só demonstra o quanto a gente se engana. Na verdade, a persoangem da Jen mora próxima ao Nicki, eles acabam tendo uma relação do tipo "a sua loucura é maior que a minha". Palmas para esse filme que me fez voltar a ler e gostar muito do livro.



 
BÔNUS>>>> GAME OF THRONES:
Não é livro, é série, mas acho que merece um crédito muito grande e por isso resolvi deixar de bônus, porque o universo das Crônicas de Gelo e fogo é enorme, são inúmeros personagens e muitas cenas importantes que não podem ser deixadas de lado, senão não fazem sentido para a história. O autor dos livros deu uma ajudinha em alguns episódios, mas a maioria deles foi levada por vários roteiristas, que de uma maneira que eu nem sei como, eles conseguiram se entender e transmitir, principalmente na primeira e na segunda temporadas, tudo aquilo de mais essencial nos livros. Uma obra-prima para quem é fã de livros e do gênero fantasia.



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