segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Aniversário de 1 ano do blog \o/

Hoje (28/12) é um dia mais do que especial! Além de ser um dos últimos de 2015, é também o dia de comemorar 1 ano de Thaís na Cidade \o/ Pois é, gente, já faz um aninho desde que criei uma nova conta no Google e comecei toda essa empreitada. Aconteceu tanta coisa nesse tempo, não dá nem pra acreditar! Por isso, resolvi fazer esse post para não deixar a data passar em branco e relembrar alguns acontecimentos:

As várias mudanças de layout
Desde que o blog existe, já foi usado um total de 5 visuais diferentes (aqui não aparecem todos, já que esqueci de tirar print de um deles antes de trocar). Percebe-se uma diferença gritante entre o primeiro e o atual... pode-se dizer que houve uma evolução, não é mesmo?


Posts de todo o tipo
"Filmes, música, livros, comportamento, projetos, relatos e outros temas aleatórios". Assim foi montada a grade do Thaís na Cidade, lá no começo. Escrever sobre vários temas é uma tarefa bastante desafiadora, e no meio disso tudo saíram várias publicações memoráveis (ainda pretendo fazer um post focado só nelas, hein!).

Parceria com a Karen Motta
A Karen é uma das minhas melhores amigas. No mês de julho, ela fez sua estreia aqui no blog como colaboradora, trazendo vários posts reflexivos e divertidos para vocês. Mesmo que em 2016 ela talvez não esteja mais presente por aqui, seus posts sempre vão estar disponíveis para serem lidos :D

Toda a dedicação envolvida <3
Nos primeiros meses de blog (ou seja, quando eu estava de férias e ainda nem o divulgava), muitos posts bacanas foram produzidos. Era uma época em que saía um post por dia, todos os dias da semana. Embora não seja mais possível fazer isso hoje, sinto falta daquela época em que, mesmo quando ninguém lia o Thaís na Cidade, ele já estava a todo vapor – mas podem esperar, que muita coisa legal ainda vai vir por aí em 2016 ;)


E o que não poderia faltar: vocês!!!
Nesses 365 dias e 153(!!!) posts, foram 60 seguidores via Google+ e 83 via Blogger, 134 curtidas na fanpage, mais de 800 comentários e cerca de cerca de 20.000 visualizações. Fico mais do que feliz com esses resultados, pois mesmo que sejam poucos para várias pessoas, para mim valem e muito! Cada um de vocês que curtiu, compartilhou e deixou comentários e sugestões sobre o blog contribuiu demais com tudo o que vem sendo produzido hoje e ainda será feito em 2016. A todos vocês, e principalmente àqueles que estão sempre presentes, MUITO OBRIGADA! Vocês são os melhores <3

Desejo que 2016 seja mais um ano abençoado por aqui. Mais uma vez, obrigada a vocês, um Feliz Natal atrasadíssimo e diversas alegrias por aí \o/ Uhuuuul #estouraochampanhe #quevenhamais1ano


domingo, 20 de dezembro de 2015

Fui bloqueada pelo Facebook?!

Um dia antes de esse post ser escrito, eu fui bloqueada pelo Facebook. Nesse caso, não foi uma pessoa que estava de saco cheio de mim e decidiu me bloquear, mas sim a própria rede social que me impediu de realizar algumas ações. Caso você esteja lendo essa postagem e não sabia que isso era possível de acontecer: sim, é. E existem sérios motivos para você se prevenir e evitar que o mesmo venha a acontecer com você.

Primeiro de tudo, por que o Facebook bloqueia as pessoas?
São inúmeros motivos. Comentários, mensagens e postagens em quantidade exagerada, solicitações de amizade enviadas a vários desconhecidos, - e conhecidos também - algum comentário que você fez e alguém achou ofensivo, ou uma denúncia porque acharam que você estava sendo chato... Nesse meio, sobra espaço também para os links externos vindos de blogs, sites, outras redes sociais e páginas dentro no próprio Face, que podem ser identificados como spam pelo sistema. Basicamente, a quantidade exagerada de ações pode levar ao bloqueio. Esse limite, no entanto, é algo que ninguém ainda sabe responder.

De que maneira posso ser bloqueado?
Você pode ser bloqueado de postar e comentar em páginas, grupos, enviar mensagens e solicitações de amizade ou até mesmo de postar e compartilhar no seu próprio mural. Você também pode ter o seu perfil bloqueado devido ao sistema achar que você se trata de um fake. No meu caso, eu provavelmente fui bloqueada por compartilhar o link aqui do blog em vários grupos (80 e poucos grupos, se não me engano), mesmo eles sendo próprios para a divulgação de sites. Esse bloqueio agora me impede de postar e comentar em grupos por um determinado tempo.

E quanto tempo dura esse bloqueio? É possível revertê-lo?
Depende. O bloqueio pode durar apenas um ou dois dias, mas também pode durar uma semana, quinze dias, um mês ou até dois meses. Através desse link, é possível saber até quando você estará bloqueado. Agora, caso ache que tenha sido injustiçado, você pode acessar esse outro link e contatar a equipe do Face, explicando seus motivos para isso. Infelizmente, não é possível reverter a situação. No momento em que soube que tinha sido bloqueada (dia 19/12/2015), mandei a minha mensagem para eles, mas até agora não obtive resposta. Porém, não custa nada tentar...

Ser bloqueado(a) é algo bem chato e complicado de ser resolvido. Pode até prejudicar, principalmente se você tem o costume de divulgar seu trabalho através da rede social. No entanto, o máximo que pode ser feito (além de contatar a equipe) é aguardar o final do prazo, evitando realizar muitas ações. Tenha sempre em mente que o que costuma levar ao bloqueio é o exagero nessas ações, por isso meça a quantidade de curtidas, compartilhamentos, comentários, postagens e até mesmo solicitações de amizade para não passar por isso (seja essa a primeira vez ou não).

OBS.: Lembre-se que Facebook é muito doido, portanto, existem pessoas que fazem tudo o que mencionei no post e nunca foram bloqueadas, enquanto há outras que nunca fizeram nada disso e acabaram sendo. Porém, é comprovado que o bloqueio pode acontecer, sim (como aconteceu no meu caso), então não custa nada se prevenir.

Para mais dicas, leia esse post do site Protscon.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Sobre o filme: Profissão de Risco

Desde criança, George Jung sempre teve uma relação distorcida com o dinheiro. Após ver o pai trabalhar várias horas por dia e mesmo assim continuar em falência, ele cresceu e decidiu conseguir grana de um jeito fácil, sendo introduzido por um amigo ao caminho das drogas. No começo, era tudo questão de vender alguns saquinhos de erva na praia, mas mas a ambição o levou a expandir o negócio a outros níveis, vendendo para diferentes estados e cidades, comprando maconha no México e distribuindo pelos Estados Unidos. Tudo isso durou até ele ser preso nos anos 70.

Forçado a passar um período na cadeia, George acabou aperfeiçoando ainda mais sua estratégia no tráfico. Logo após a libertação, começou a trazer cocaína da Colômbia, chegando a fechar parceria com Pablo Escobar, o chefão das drogas. Sua vida, àquela altura, já poderia ser caracterizada como uma montanha-russa: começara do baixo e chegara ao topo, depois fora forçado a voltar do zero, e então estava lá no alto novamente. O que ele não aprendera, no entanto, foi a lição que seu pai lhe dera ainda na infância: o dinheiro, apesar de não parecer, não representa tudo.


Está aí um filme do Johnny Depp que eu sempre quis assistir, mas só agora tive a oportunidade. Quando finalmente parei para vê-lo, descobri que ele era totalmente diferente do que eu imaginava. A começar pela parte da ação: "Profissão de Risco" definitivamente não é um filme nesse estilo, mas algo a ser dito bem rápido, começando lá no final dos anos sessenta, até chegar quase nos anos 2000, que é quando a história termina. Em vários momentos, torci pelo personagem principal, mesmo sabendo que as ações dele eram ilegais. Como alguém que defende a legalização das drogas, eu não poderia pensar diferente. Afinal, se essa lei fosse aprovada, sequer existiriam motivos para que o tráfico persistisse. Porém, isso é assunto para outro post...

Outro aspecto que acabou se mostrando bem diferente do que eu imaginava foi a participação da Penelope Cruz na história. Sua personagem, Mirtha, aparece mais ou menos na metade da trama, mas eu achava que seria logo no começo ou pelo menos durante uma boa parte, devido ao pôster do filme. Também esperava que ela atirasse nas pessoas ao lado do George, sendo uma parceira de crime mesmo, porém como esse não é um filme de ação, além de ser baseado em fatos reais, não foi bem assim. Portanto, fica a dica caso você tenha visto o cartaz e pensado o mesmo que eu: a personagem dela é importante sim, mas não tem um grande desenvolvimento ao redor da história.


No final, o filme é muito interessante e prende bastante a atenção. Já que as cenas passam bem rápido, principalmente com o avançar dos anos, é muito importante que se preste atenção em tudo o que é dito e feito, para não ficar perdido(a) e sem entender o que aconteceu. Acredito que a maior mensagem que "Profissão de Risco" passa é a de que nunca devemos nos esquecer de que podemos cair a qualquer instante quando estamos no topo, e que podemos ser traídos e abandonador por qualquer um se estivermos na pior. Um filme biográfico, com acontecimentos e consequências reais que provavelmente ainda vão me deixar pensando por um bom tempo.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Não deixe a inveja destruir sua vida

Quanto mais o tempo passa, mais eu me dou conta do quão imperfeita sou. De quantos erros cometo, de quantas pessoas firo sem perceber. Quanto mais o tempo passa, mais vou refletindo sobre as minhas atitudes, e foi num dia desses que percebi que, sem querer, sem enxergar, acabei realizando uma auto-sabotagem: eu estava dominada pelo vírus da inveja.

No início, pode parecer uma simples admiração, mas com o tempo começam a vir os porquês: "por que não posso ser assim?", "por que não posso ter isso?", "por que quando tento fazer as coisas desse jeito, nunca dá certo?" Daí, olhamos para o lado e vemos que, para o outro, parecem não existir barreiras, pois com ele tudo se ajeita. As consequências para a mente não poderiam ser piores: depressão, desânimo, vontade de derrubar ou de diminuir o próximo, para que consigamos nos sentir no mesmo nível, ou até além, dentro da nossa própria concepção.

Foi aí que comecei a me questionar: como levar a sério a máxima de que somos todos iguais, se vivemos em um mundo de comparações? Desde o nascimento, algumas pessoas são colocadas em "pedestais" por amigos e familiares, mesmo sem nem entender o motivo, enquanto o resto é desencorajado, por vezes silenciosamente, a acreditar que é incapaz, duvidando aos poucos do próprio potencial.

Por tudo isso, não é a toa que tantos de nós invejam, por se sentirem impotentes. "Não posso porque sou pobre, mas ele(a) é rico e pode", "não posso porque sou feia, mas ela é bonita e pode", "não posso porque não tenho talento, mas, ah, adivinha? Ele tem e pode". Se em vários momentos encontramos a porta fechada na nossa cara, nós também vamos, com o tempo, desistindo de acreditar que podemos. E passamos a cobiçar os privilégios de alguém, tendo a mais distorcida certeza de que aquilo deveria ser nosso, de que estamos sendo usurpados.

Como lutar contra esse sentimento? Será que, apesar de a sociedade insistir em fazer comparações e estar sempre distribuindo pedestais por aí, ainda podemos restabelecer nossa confiança? A resposta é sim, através do autoconhecimento. Somente entendendo quem você é e admitindo para si mesmo os seus sentimentos, é que você vai conseguir enfrentá-los. Buscando acreditar que é capaz, mesmo que ninguém mais o faça. Começando a trabalhar e se dedicar, procurando estar sempre do lado de pessoas otimistas, que não tentem a todo custo derrubar sua autoestima. Além disso, só de começar a deixar de lado as comparações, e em vez disso voltar o foco para os objetivos, o resultado vem.

O que dizem é verdade: invejamos as posses do outro, mas não o caminho percorrido para consegui-las, ou o preço que teve que pagar por elas depois. A vida castiga a todos, até os que parecem viver perfeitamente. Não vale a pena destruir a própria vida por causa da inveja. O ideal é viver de maneira feliz, sem se preocupar em estar no topo. No momento em que nos damos conta disso, é quando finalmente percebermos que não, os pedestais nunca existiram, de fato. É nesse momento que, enfim, deixamos de ter inveja.

***

Eita post longo, hein? Se você aguentou ler até aqui, aproveite pra deixar um comentário, principalmente se tiver se identificado com o que falei lá em cima. Vou adorar ler sua opinião ;)


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Sobre o filme: A Filha do Pastor

Apesar de não ser evangélica, sempre me pego assistindo algum filme gospel, – vide "Deus Não Está Morto" – pois eles sempre carregam várias lições para a vida. Eu gosto ainda mais se eles estiverem unidos ao tema canto, já que que aprender cantar, desde sempre, foi um dos desejos da minha vida. Talvez em um universo paralelo eu teria dado uma boa cantora.

O filme "A Filha do Pastor" traz justamente essa temática "cantante", ao lado de muitas outras. Primeiro de tudo: o roteiro é baseado na conhecida parábola do filho pródigo. Como você já deve saber, o filho pródigo é aquele que pediu a herança para o pai e saiu para o mundo, mas acabou gastando tudo e se arrependendo, decidindo ir de volta para casa e pedir perdão.

Nesse filme, Angie é uma talentosa solista e filha do pastor da igreja, mas se sente sufocada. Além de ouvir as pregações e cantar no culto, ela passa o tempo todo praticando e fazendo estudo da Bíbilia. Ela deseja ter um pouco de liberdade, sair com as amigas para ir ao cinema, dançar e se divertir em festas, porém o pai não permite que ela faça isso. É após conhecer os atores de uma peça gospel que Angie se decide: vai embora de casa e seguir o sonho de se tornar uma cantora famosa.

Assim como acontece na parábola, as coisas não saem nada bem para Angie. O cantor principal da peça, que parecia ser um príncipe, revela-se um verdadeiro canalha. De repente, Angie está envolvida em um relacionamento abusivo, do qual não consegue sair. Seu namorado, Devlin, bate frequentemente nela e a trai com outra mulher, a atriz principal da peça em que Angie inicialmente é apenas a substituta.

O tema do relacionamento abusivo foi o que mais me chamou atenção. O filme é de 2011, não tão distante do momento em que estamos, e mostra uma realidade que está presente há séculos. O abuso sofrido por Angie no decorrer do filme, a dificuldade em se separar de Devlin, tanto por achar que ele a ama, quanto pela promessa de apresentá-la a uma gravadora... tudo isso chama a atenção para a vida real, em que não é preciso ir muito longe para achar várias histórias parecidas com a da protagonista do filme.

O fato é: Angie tem talento. Ela tem um sonho e deseja persegui-lo. Ela tem amigos que se importam com ela, mesmo que tenha se transformado em outra pessoa depois de ter saído da casa do pai. Ela sente vontade de voltar, mas ao mesmo tempo não quer desistir. Porém, em um momento ela percebe: se quiser fazer tudo dar certo, terá que criar coragem e sair daquele relacionamento. Ela terá que reconhecer o seu próprio valor.

O filme é emocionante e traz várias lições importantes. Você não precisa necessariamente ter uma religião para assisti-lo. Eu me emocionei bastante, e consegui entender ainda mais por meio da história da Angie o quão complicado é estar nesse tipo de situação, sem o apoio da família e ainda por cima em um relacionamento abusivo e com várias pessoas ao redor torcendo para que você fracasse. Gostei ainda mais pelo fato da personagem principal da peça no filme ter uma história parecida com a da Angie, tornando-a perfeita para interpretá-lo.

É isso, gente! Espero que tenham gostado de mais essa resenha. Beijos!





sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ei, psiu! Você precisa se culpar menos

Dia desses, eu estava passeando no Facebook e dei de cara com uma frase que precisava muito ouvir: “Perdoe os outros, não porque eles merecem perdão, mas porque você merece ter paz.” Realmente, a coisa mais difícil é perdoar alguém que nos fez mal, principalmente quando a pessoa sequer pediu desculpas. Mas, e quando é o contrário? E quando fomos nós que erramos com alguém e agora perdemos qualquer oportunidade de pedir perdão?

Apesar de muitas vezes nos esquecermos disso, a verdade é que todo mundo erra. Erra feio, erra rude. Erra até mesmo na inocência. Diz ou faz alguma coisa sem parar para pensar que pode ofender alguém com aquilo. O tempo passa e você se dá conta da besteira que fez, mas o estrago já está feito. A pessoa morreu ou sumiu do mapa. A única relíquia que ficou foi o seu próprio remorso.

E até quando você vai conviver com esse fantasma? Quando vai cansar de se torturar por algo que já não dá mais para ser mudado? Em um universo paralelo, talvez, as coisas poderiam ter sido diferentes. Em um universo paralelo você poderia pegar um trem que te levasse de volta ao passado e que te permitisse impedir a si mesmx de cometer aquele erro. Em um universo paralelo... Sim, mas somente em um universo paralelo.

Aqui no nosso mundo real, existem mil alternativas, por incrível que pareça. Você sempre pode ter a chance de se redimir, de se perdoar. Deixar o fantasma do remorso ir embora. Muito mais do que isso, você pode parar e pensar no porquê do remorso. É remorso porque você está se colocando no lugar do ofendido e agora tem a mínima noção de como se sentiria se fosse com você? Ou e remorso porque você mesmo não consegue aceitar a ideia de ter cometido um erro?

É a frase mais clichê do mundo, mas é verídica: “Nennhum ser humano é perfeito.” Ou, pelo menos, nunca surgiram relatos. Errou com alguém? Peça desculpas. Porém, entenda se esse alguém não quiser te perdoar. Assuma a responsabilidade, entenda que tudo na vida tem consequências, e siga em frente. Isso mesmo, siga em frente. Perdoe a si próprio, mesmo que ninguém mais ache que você merece perdão. Não seja escravo de si mesmo. Pare de reviver aquela situação trocentas vezes na cabeça. Você merece ter paz. Você merece aprender com o seu erro. Só assim você vai poder melhorar, e quem sabe se transformar em alguém coleciona muito mais acertos do que erros.


sábado, 31 de outubro de 2015

Resenha do álbum "Revival", da Selena Gomez

No final do ano passado, Selena anunciou seu novo contrato com a Interscope Records, após sete anos trabalhando com a Hollywood Records. Era um grande passo na carreira, já que trocas de gravadoras podem ser algo bem arriscado. Porém, o melhor de tudo foi ver – e ouvir – que essa mudança acabou sendo muito positiva, já que trouxe uma Selena mais madura, pronta para trilhar seus próprios caminhos e mostrar isso ao mundo.

O título já fala por si só: “Revival” é uma palavra que representa o renascimento, ressurgimento de algo ou alguém. Esse alguém, no caso, é Selena Gomez. É assim que ela se vê, é assim que quer ser vista. Ela, que passou por várias dificuldades – recentemente, falou abertamente sobre a doença que tem enfrentado, lúpus – e que agora ressurgiu dentro de si mesma. É um significado muito bonito e fácil de se identificar, afinal, todos os dias precisamos de certa forma nos reinventar e redescobrir. Todos os dias precisamos ter nosso revival. A capa do álbum – tanto a da versão standard quanto a de luxo – é simples e direta, e ilustra bem essa mensagem.

As músicas intercalam entre dançantes e outras mais tranquilas, sendo estas últimas as mais presentes no álbum. Temos desde letras provocantes/ousadas como as de “Good For You” e “Body Heat” até hinos como “Kill Em With Kindness”, “Sober”, “Survivors” e a faixa-título “Revival”. Até agora, os singles lançados foram os de “Good For You”, “Same Old Love” e “Me & The Rhythm”. As duas primeiras têm ido muito bem nos charts, estando presentes até agora no Hot 100 da Billboard. Já "Me & The Rhythm" por alguma razão não obteve o mesmo desempenho (uma pena, já que é a minha favorita e creio que ainda tem bastante potencial, principalmente se sair um clipe).


“Hands to Myself” e “Camouflage” são exemplos de faixas tranquilas que podem ser encontradas em Revival, ao lado dos já mencionados “hinos” (músicas que trazem mensagens de incentivo ou que relatam uma situação na qual várias pessoas também vão se enxergar). A versão standard do disco termina com “Rise”, uma batida agitada e que encerra bem essa aura de sobrevivência, falando sobre como somos capazes de ascender e vencer as situações. Já a versão Deluxe conta com outras cinco faixas, das quais a que mais gostei foi “Me & My Girls”, junto com  “Outta My Hands (Loco)”, uma canção com toques latinos, assim como a própria Selena.


“Revival” foi um álbum que já estreou em 1º lugar aqui no Brasil, tamanha era a ansiedade dos fãs de Selena para ouvi-lo. E, sim, ele vale a pena. Se você está procurando algo que te faça dançar, refletir sobre si mesmo(a), sobre amores bons, destruídos ou reconstruídos, além de encontrar mensagens "pra cima" até mesmo em canções mais lentas, você achou o álbum certo. Se em algum momento você já teve que se “camuflar” para se adaptar a uma relação e uma hora resolveu dizer chega, se você já foi maltratado(a) pelas pessoas e decidiu dar um fim nisso, ou se decidiu apenas relaxar e curtir a vibe de um som novo, chega mais e ouça “Revival”. Eu espero que você goste tanto quanto eu.


Lista completa das músicas
01 Revival
02 Kill Em With Kindness
03 Hands to Myself
04 Same Old Love
05 Sober
06 Good For You 
07 Camouflage
08 Me & the Rhythm
09 Survivors
10 Body Heat
11 Rise

Incluídas na versão Deluxe:
12 Me & My Girls
13 Nobody
14 Perfect
15 Outta My Hands (Loco)
16 Cologne



quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Poema: Só Desejo a Dança


Por hoje, eu só quero dançar.
Não quero mais nada da vida.
Eu só quero dançar.
Posso morrer, posso chorar.
Posso ser obrigada a gritar sem parar.
Mas hoje, ah, hoje, eu só quero dançar.
Colocar minha música para tocar.
Ser quem eu sempre quis ser, me desesperar.
Me descabelar, desestruturar.
Viajar nas ondas dessa música que é mar.
Digo e prometo, jamais farei qualquer coisa da vida.
A menos que eu possa dançar.
O que seria da minha vida se eu não pudesse dançar?

- Thaís Maria

*Título alternativo: Canção do escapismo


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

E aí está o motivo desse último sumiço do blog!


Não é novidade que todo ano o Enem é sempre uma grande atração aqui no Brasil. Tem os atrasados, tem a quantidade cada vez maior de gente que vai realizar a prova, tem as eliminações absurdas e as questões no gabarito com as quais ninguém concorda. Pois é, em 2015 eu prestei novamente o Exame Nacional do Ensino Médio, dessa vez pra valer. Foi na semana anterior à prova que decidi que iria me desligar da maior parte das coisas, a fim de estar mais ou menos relaxada para prestar o exame. Deu certo? Bem...

Digamos que o Enem é uma prova grande. Gigante. São 180 questões a serem respondidas em um período de dez horas, em conjunto com uma redação. Parece fácil, não? Acontece que essas dez horas são distribuídas em dois dias seguidos, um com 4h30 e outro com 5h30. Dentro das 180 questões, cabe Português, Matemática, Filosofia, Química, Biologia, Geografia, História, Língua Estrangeira e talvez alguma outra coisa que eu esteja esquecendo no momento. Calculando o tempo, são cerca de três minutos para resolver cada uma delas, porém a maioria conta com um testamento texto que já consome pelo menos um minuto do participante para ser lido.

O primeiro dia foi o mais tranquilo. Saí da sala de prova vinte minutos antes de acabar o tempo, embora sem saber dizer se havia ido bem ou não. O segundo dia foi o oposto disso. Dia de Português, Matemática e Redação. Essa foi a exata ordem que segui, deixando a redação para o final. O resultado foi muita correria para passar tudo a limpo, com o sério risco de não dar tempo. Consegui terminar vinte segundos antes de tocar o sinal de encerramento das provas, o que foi ao mesmo tempo um alívio e uma decepção por saber que o texto poderia ter ficado muito melhor se não tivesse corrido. "Violência contra a mulher" é um assunto que vem sendo - e com razão! - amplamente discutido nos dias atuais, e para muita gente não foi nenhuma surpresa que ele tenha sido cobrado (menos para mim, que achava que não iria cair nenhum "ismo", - machismo, racismo, "homofobismo" - em suma, nada que pudesse provocar polêmica).

Foi tentando me preparar psicologicamente para essa prova que mantive o blog desatualizado durante as últimas semanas. Independentemente de ter ido bem no Enem ou não, várias ideias boas de posts e textos novos me vieram a partir dele. Espero conseguir colocar a maioria delas em prática por aqui, e, caso consiga mesmo, vocês não vão demorar a vê-las. Apesar de todo o desgaste e cansaço provocado pela prova, a minha maior alegria é poder retornar para cá. Que esse retorno seja O Retorno, em definitivo, para o Thaís na Cidade \o/


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

E se os aliens invadissem a Terra?!

Acho que ando vendo muitos filmes do Steven Spielberg ultimamente (como é possível ver nesse post), mas a verdade é que sempre acreditei na existência de vida em outros planetas. Não é possível que com um universo tão grande, com a nossa Via Láctea sendo apenas mais uma entre tantas outras galáxias, só exista a gente no mundo. Contudo, se os alienígenas se manifestassem e a gente finalmente tivesse certeza de que eles existem, muita coisa inusitada iria acontecer. Como, por exemplo:

Um colapso mundial
Com direito a muita gente tendo crise de identidade. Afinal, se os alienígenas viessem para cá, isso iria querer dizer que eles estão muito mais avançados que a gente em matéria de tecnologia. Isso sem falar das religiões, que se mostrariam quase todas erradas. O homem não estaria mais no centro do universo. Aliás, qual seria esse centro, afinal?

Apocalipse zumbi
Porque, mesmo que nossos queridos amigos de outro planeta viessem com boas intenções, todo mundo iria se desesperar achando que eles escravizariam os humanos e tentariam matar todos nós. As potências de todos os países lançariam suas armas nucleares, como se estivéssemos em um apocalipse zumbi. Os mais ricos fugiriam em foguetes e ônibus espaciais, mas o restante da população acabaria morrendo por causa do armamento pesado.

Governo dos Aliens
Supondo que o apocalipse acima não ocorresse e os aliens dominassem a Terra de alguma forma, eles poderiam instaurar a Aliencracia. Esse é aquele momento em que você pergunta “oi?”, e eu explico: o governo dos aliens seria bom ou ruim. Sendo bom, eles poderiam ajudar os humanos de várias formas, contribuindo com a biologia e ensinando como sobreviver em diferentes atmosferas e condições climáticas, além de nos levar para conhecer o planeta deles. Parece loucura, mas eu iria embora muita gente fosse dizer que eu só estaria voltando para casa.


Na minha opinião, os aliens – caso existam, mesmo – não são verdes como os filmes mostram. Na verdade, nem sei como os imagino, só sei que para mim eles devem ter uma aparência como nunca vista antes, totalmente diferente do imaginado. Apesar de acreditar em Deus, acredito também na existência dos aliens. É uma ideia muito louca, eu sei. Mas gostaria de saber sua opinião, o que acha disso tudo? Caso visse um disco voador, sairia correndo ou aproveitaria para tirar uma selfie? Comente suas ideias sobre o post ;)



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

5 coisas que me assustavam muito na infância

E hoje é Dia das Crianças, galera! Dia das Crianças e terror aqui no Thaís na Cidade. É dia de relembrar a infância, as travessuras, as brincadeiras, as birras e tudo o mais que envolve essa fase mágica... inclusive os medos! Eram tantos... tudo era desculpa para correr para os adultos pedindo ajuda, se esconder embaixo da cama ou nem querer sair de cima dela! Por esse motivo, essa experiência linda e mágica que jamais esqueceremos, aqui vão cinco dessas coisas que me deixavam de cabelo em pé e que talvez tenham deixado muitos de vocês também...

1. Escuridão
Esse meu medo se manifesta até hoje, se bobear... mas naquela época era puro terror! Sair do quarto para fazer qualquer coisa durante a noite? Nunca! Aliás, dormir sozinha no meu próprio quarto? Nunca! Olhar para o espelho que ficava em cima da penteadeira no escuro? NUNCA, NUNCA, NUNCAAAA! "Vai que tem um fantasma ali? Vai que ele me puxa para dentro do espelho?" Qualquer escuridão poderia esconder uma alma penada... e minha pobre alminha de tão poucos anos estava bem ciente disso.

2. O Sexto Sentido
"Eu vejo gente morta... todo o tempo" SAI DA FRENTE, QUE EU TÔ CORRENDO!!! Se-nhor, bastava ver a chamada desse filme na tv, que eu me cagava de medo. Assisti uma vez quando tinha seis anos e bastou para eu nunca mais querer assistir na época. O garotinho saía do quarto para ir ao banheiro e acabava encontrando o fantasma da mãe dele na cozinha. Dessa cena eu não me esqueço, assim como outras bem assustadoras aos meus olhos de criança de meia dúzia de idade. Um fato engraçado é que me lembro do meu pai tentando me convencer de que o filme não era tão assustador porque toda vez que dava um comercial, o elenco se reunia para fazer um lanche...

3. Filmes do Jason
Eu era muito medrosa, mesmo! Mas poxa, ninguém nunca me avisou que o Jason não mata crianças. Como ele morreu aos treze anos, Jason só matava adolescentes e adultos. Porém, acho que, mesmo que soubesse disso, continuaria apavorada. Qualquer filme de terror me dava medo na infância: O Sexto Sentido, Sexta-Feira 13, Tubarão, Os Outros... inclusive me lembro de um filme onde o homem ficava com a cara toda desfigurada de ácido sulfúrico e saía atrás das pessoas. Se alguém aí souber o nome, me avisem, pois hoje amo terror...

4. A loira do banheiro e outras lendas
E quem nunca ouviu falar dessas histórias? Atire a primeira pedra quem nunca sentiu aquele medinho de ir no banheiro da escola e dar de cara com o espírito de uma loira que morreu há séculos, e que provavelmente iria aparecer se você desse descarga três vezes... ou quando ela tivesse vontade de matar você! Some a isso as histórias do velho do saco, mula sem cabeça, lobisomem e várias outras lendas do folclore que me arrepiavam e tornavam minhas experiências de ir ao banheiro e dormir à noite mil vezes mais difícil.

5. Freiras do colégio em que eu estudava
Essa é leve, porque não eram todas as freiras que me assustavam, - na verdade, quase nenhuma - mas algumas pareciam ser muito rígidas e severas com as crianças, e eu tinha o maior receio de levar bronca de uma delas (de tão desvairada que eu era, não sei como nunca levei esporro de uma no jardim de infância...). Sem falar de uma freira bem velhinha que morreu quando eu estava na 2ª série e alguns colegas inventaram histórias sobre um cemitério que existiu embaixo da escola e que, se eu não rezasse pela alma da velha, ela ia vir puxar meu pé à noite. Cruzes!

Quais eram as coisas que te davam medo na infância? Se identificou com alguma que mencionei no post? Responda nos comentários aí embaixo, vamos relembrar o/



sábado, 10 de outubro de 2015

Como lidar com a falta de tempo?

Nunca me dei bem com rotinas, mesmo sabendo que é o melhor para mim. Me empenho bastante no começo, mas depois a única vontade é de arrancar todos os cabelos da cabeça. Quando é semana de provas, estudo muito bem para as matérias que vêm primeiro, mas as que ficam por último... essas sofrem. Parece que algum mecanismo no meu cérebro apita: “só trabalho, só trabalho, só trabalho” e não sai. Daí eu assisto um filme. E fico no computador. E leio um livro. E vejo um episódio de uma série. E vou dormir tarde. E acabo estudando meia hora antes da prova.

Não é nenhuma surpresa o resultado ruim que vem depois, né? Afinal, eu fiz por merecer. Mas foi na tentativa de reverter isso que comecei a pensar em uma solução.

Pense em algo do seu dia que você faz sempre, mesmo sabendo que é desnecessário. No meu caso, uma dessas atividades seria ver muitas postagens no Face, incluindo os comentários. Até hoje isso não me ajudou muito, além de não ter me deixado feliz. Eu ficaria muito melhor vendo um filme sobre o qual eu poderia escrever depois, ou conversando com quem está comigo dentro da minha própria casa. Entrar em “tretas” nunca valeu a pena, mas já prejudicou nos estudos. Isso e as constantes visitas aos sites de fofoca.

Tudo isso é diversão? É. Mas no meu caso estão mais para vício, e não o que realmente gosto e que me deixa feliz. O que me leva à seguinte pergunta: “É falta de tempo, mesmo, ou sou eu que não estou sabendo aproveitá-lo?”

Quando você está trabalhando, você se empenha ou demora muito para avançar? Vive se distraindo com outras coisas? Pois é, o erro também pode ser esse. Já parou para pensar que tudo seria mais fácil se você terminasse suas obrigações em pouco tempo? Assim, daria para relaxar e fazer o que você quiser. Agora, se você está trabalhando demais, o conselho é outro: que tal diminuir o ritmo, ou até cair fora? A ideia pode parecer absurda, mas é verdade: sempre é possível sair da situação em que estamos. Se você já viu O Diabo Veste Prada, deve saber o que a personagem fez no final: se demitiu, e com razão! Pode ser chato perder um, dois ou até dez anos em algo que está nos deixando infelizes, mesmo que o dinheiro seja bom. O pior mesmo é perder a vida inteira.

Espero que essas dicas tenham ajudado. Afinal, na maioria das vezes, nós mesmos podemos reverter nossa falta de tempo. Além do que já foi dito, também seria interessante ver em que condições você está trabalhando, se o local é tranquilo ou se, caso não seja, como pode melhorá-lo ;)


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Sobre o filme: Duas Vidas

"Se você tivesse a chance de encontrar consigo mesmo quando tinha 8 anos de idade, será que aquela feliz criança gostaria de ver o que você se tornou quando cresceu? Em se tratando de Russ Duritz, a resposta seria um ressoante "Não!". Russ tem sua pacata vida como um profissional bem-sucedido virada de cabeça para baixo quando, de forma mágica e inesperada, encontra Rusty, ele mesmo com apenas 8 anos. O pequeno Rusty não fica nada feliz ao ver seus sonhos de ser um piloto de avião irem por água abaixo após conhecer sua versão adulta. Porém, o convívio de ambos irá ajudar Russ a relembrar seus sonhos de infância, para que ele possa se tornar o adulto que sonhava ser quando criança." (Fonte: AdoroCinema)

O que Duas Vidas tem a ver com O Pequeno Príncipe? Tudo! Apesar de em nenhum lugar anunciar isso, as referências ao livro estão por toda a parte no roteiro do filme. Russ desejava ser um aviador, – a profissão do narrador-personagem do Pequeno Príncipe – mas, com as influências do mundo, acabou se tornando algo totalmente diferente do esperado: um consultor de marketing.

Quando seu eu criança surge, ele começa a se dar conta dos erros que cometeu. Eram tantos sonhos! Ter um cachorro, uma namorada, pilotar... e nenhuma dessas coisas ele havia realizado. Tornou-se um homem frio e ganancioso, que tira sarro com a cara dos outros, e o que é pior: ensina as pessoas a mudarem a própria imagem para mostrar o que não são.

O pequeno prín... ops, pequeno Russ tem muitas coisas a ensinar a seu eu adulto, mesmo sendo bem mais novo. Veio para mostrar que os sonhos continuam lá, e que não é só a aparência física ou algumas manias que vêm desde a infância que aproximam os dois. A criança dentro dele não morreu, só havia sido abandonada. Ele precisava dar uma chance para que ela entrasse.

Existem várias cenas de comédia em “Duas Vidas”, embora também haja espaço para o drama. Me emocionei em vários momentos, principalmente quando estava chegando no final. O filme me fez pensar muito sobre os meus próprios planos para o futuro, e se quando eu chegar aos quarenta anos, o meu eu de hoje se orgulhará do que me tornei, mesmo que assim como o protagonista eu tenha alcançado muito dinheiro. No final, a melhor lição que tirei dele é que, mesmo para lá da idade, mesmo após tantos anos, a gente ainda pode largar tudo e ser feliz.

Na minha opinião, é um filme da Disney pouco lembrado, mas que, ao mesmo tempo, é um dos melhores. Se você ama o Pequeno Príncipe, tem tudo para se apaixonar por ele. “Duas Vidas” pode não ser cheio de citações para a vida assim como o livro de Saint-Exupéry, mas ainda assim gera um bom momento de reflexão. Esteja preparado(a) para rir e chorar assistindo esse filme.


Elenco:
Bruce Willis como Russ Duritz
Spencer Breslin como Rusty Duritz
Emily Mortimer como Amy
Lily Tomlin como Janet
Dana Ivey como Doctor Alexander

Direção: Jon Turteltaub


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