quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Livros que li em 2014

Apesar de 2014 ter sido o ano em que mais comprei livros, o total dos que realmente li foi muito baixo (oito!!!). Em meio a tantas provas e trabalhos, além do esforço que tem sido estudar de tarde, nem sempre houve tempo para sentar e ler um bom livro. Contudo, isso não chegou a ser totalmente ruim, pois é como dizem, há livros que valem por vários. Como exemplo disso, posso listar os das Crônicas de Gelo e Fogo e os da série Os Instrumentos Mortais, que foram os que mais me marcaram durante o ano. A seguir, você vai ver quais foram os livros que li esse ano e uma explicação básica sobre cada um deles (sem spoilers, prometo):


1. A Guerra dos Thronos (A Game of Thrones), de George R. R. Martin: Minha história com esse livro começou assim, do nada, na Bienal do ano passado. Em meio a tantas lojas e cenários, um me chamou a atenção: o de um trono, onde as pessoas formavam filas imensas para se sentar e tirar uma foto nele. Fiquei curiosa. Mais tarde, choveram fotos na minha timeline do Facebook de gente que tinha tirado essas fotos, dizendo que era o "lugar mais disputado da Bienal" (tirando o estande da Panini, era mesmo). Fiz minhas pesquisas e descobri que esse trono não era só de uma série de tv, mas de uma coleção de livros chamada "As Crônicas de Gelo e Fogo". Era uma história meio medieval, cheia de fantasia, assim como a maioria dos livros que eu gosto. Apesar disso, achei que não iria me interessar pelo livro, mas ele me ganhou logo na primeira página. Em meio a tantos personagens, cada um com seus pensamentos e seus pontos de vista, cada um tentando sobreviver em meio a guerra que se inicia nesse primeiro livro, eu me via em um mundo totalmente diferente, a ponto de esquecer até mesmo do mundo real. Gostei muito de ler, principalmente por nenhum dos personagens ser totalmente bom ou totalmente mau, apenas humanos, com seus defeitos e suas qualidades. Tanto que me levou a fazer meu primeiro cosplay, de Daenerys Targaryen, que eu ainda vou falar em outro post.

2. Um dia (One Day), de David Nicholls: Já tinha tentado ler esse livro ano passado, mas a história não me prendeu muito, não conseguia achar interessante. Foi só quando vi o filme no começo desse ano que realmente me apaixonei pelo roteiro, e decidi dar uma chance a esse livro que já estava há tanto tempo na prateleira. É uma história que realmente te cativa, se você der uma chance a ela. Cada capítulo conta um ano na vida dos personagens Emma e Dexter, começando nos anos 80, e cada um deles nos faz pensar sobre nossas atitudes e nossos planos para o futuro. Mais uma vez, é um livro onde ninguém é totalmente bom ou totalmente mau, apenas pessoas comuns tentando buscar o que realmente querem para suas vidas. Recomendo para quem gosta de livros românticos e realistas.

 3. A Fúria dos Reis (A Clash of Kings), de George R. R. Martin: O segundo volume das Crônicas de Gelo e Fogo foi bem mais difícil de ler do que o primeiro, por dois motivos, e nenhum dele é porque a história é ruim. O primeiro foi o fato de eu ter assistido a temporada da série antes de ler, algo que não recomendo para ninguém (querendo ou não, isso me tirou a vontade de ler, pois eu achava que já sabia quase tudo o que iria acontecer). O segundo motivo foi a volta às aulas, onde eu não tinha mais tempo para ficar deitada o dia todo  lendo, isso somado ao fato de que estava saindo muito no começo do ano. Porém, como eu tinha gostado muito do primeiro livro e queria saber como o autor fez o percurso da história no segundo, resolvi continuar e não me arrependi. Acabei percebendo que muitas coisas foram diferentes da série, e algumas até me surpreenderam. Aos que ainda estão pensando se leem ou não, leiam. Vocês vão gostar muito.

4. A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo: Não conhecia esse livro até a professora de Literatura pedir um trabalho sobre ele. No começo, achei a linguagem difícil, com termos rebuscados, mas isso é apenas uma característica da época em qual ele foi escrito, o século XIX. Preciso falar que adoro livros brasileiros dessa época, porque parece que os personagens realmente existiram. Tanto na Moreninha quanto na Escrava Isaura, eu tenho essa sensação, de que não era apenas ficção, mas realidade. O romance entre Carolina e Augusto me cativou de uma tal maneira que eu me via virando e virando as páginas pra tentar saber como ele terminava. A Carolina, aliás, não era uma personagem comum. Era bastante atrevida para a época, uma menina travessa, segura de si, inocente e ao mesmo tempo nem tanto. Para que gosta de uma leitura leve e procura enriquecer o vocabulário, essa não seria uma boa, mas uma ótima escolha.



5. O Teorema Katherine (An Abundance of Katherines), de John Green: Todo mundo sabe que John Green é o escritor do momento, muito popular entre adolescentes e adultos. Mesmo assim, O Teorema Katherine recebeu muitas críticas negativas por parte dos leitores, e até mesmo amigos e pessoas que eu conheço não recomendavam, pois não acharam a história interessante. Porém, isso apenas comprova que você nem sempre deve ir pela cabeça das pessoas, e sim tirar as suas próprias conclusões. Foi o que eu fiz. E não é que gostei muito do livro? Apesar de ele falar muito de Matemática (o personagem principal, Colin, queria criar um teorema que previsse quanto tempo um relacionamento iria durar), ele não é difícil de entender, e ainda contém muitas curiosidades, sejam elas úteis ou não. Aos que também ouviram as críticas negativas sobre ele, eu peço: deem uma chance.

 6. Cidade dos Ossos (City of Bones), de Cassandra Clare: Fiquei com muita vontade de ler o livro depois de ver o filme (que até hoje não terminei de assistir, pois sempre acabo dormindo), e o que falar sobre ele? Bem, se você gosta de vampiros, lobisomens, fadas, anjos, demônios e caçadores de demônios, além de não dispensar um bom romance, você está muito mais do que bem servido(a).

7. Cidade das Cinzas (City of Ashes), de Cassandra Clare: Não tem como falar sobre esse livro sem dar spoilers sobre o primeiro, então não posso contar muita coisa, apenas dizer que praticamente devorei esse livro, sem nem me preocupar se estava na semana de provas ou não, de tão viciada que eu estava na história.

8. Cidade de Vidro (City of Glass), de Cassandra Clare: Mesma situação do Cidade das Cinzas. Não querendo revelar spoilers, apenas posso dizer que amei. Impossível não querer ler depois de ver a maneira como terminou o segundo.

Livros que (infelizmente) abandonei em 2014

Antes que me atirem pedras, eu sei: só tem livro bom. Essa lista nem era para entrar no blog, mas decidi incluir porque é importante ser honesto(a) sobre os livros que a gente acaba não terminando a leitura, seja por falta de interesse ou, como acontece comigo em alguns casos, porque cometi a loucura de tentar ler em conjunto com outro livro. Todos eles eu pretendo terminar de ler um dia, até porque, mesmo que por algum motivo eu os tenha abandonado, é sempre bom dar uma segunda chance:


1. A Casa de Hades (The House of Hades), de Rick Riordan: O que mais me doeu ter abandonado. Aconteceu porque tentei ler ao mesmo tempo em que lia A Fúria dos Reis, mas pretendo começar tudo de novo depois, já que eu gosto de todos os livros que envolvem o universo Percy Jackson, e realmente quero saber a continuação das aventuras, além do que, o livro novo já está aí (O sangue do Olimpo).

 2. A Tormenta de Espadas (A Storm of Swords), de George R. R. Martin: Não sei o que aconteceu, já que eu gosto tanto das Crônicas de Gelo e Fogo. Deve ter sido o tamanho das letras ou a quantidade de páginas, que realmente assustam, ainda mais pelo fato de que pareceu, pelo menos para mim, que não tinha muita novidade na história em si. Estava lá para a página cem e ainda não tinha me surpreendido com praticamente nada. Contudo, vou continuar qualquer dia desses, pois nunca se deixa uma saga pela metade.

 3. O Cemitério (Pet Sematary), de Stephen King: Gostei muito do livro desse filme (e da trilha sonora, que é do Ramones). Esse ia ser o primeiro livro que eu ia ler desse cara que é considerado o mestre do terror, mas alguma coisa aconteceu, e eu parei de ler nas primeiras páginas. Acho que foi porque era em ebook, e eu prefiro mil vezes ter o livro físico, em mãos. Vamos ver se eu comprando o original, o problema se resolve.



 4. Tenda dos Milagres, de Jorge Amado: Fiquei bastante chateada por não ter gostado desse livro, até porque Jorge Amado é um dos autores mais elogiados do Brasil, e muitos de seus livros foram transformados em minisséries de sucesso. Foi através de uma delas, Tenda dos Milagres, que decidi procurar o livro homônimo, mas fiquei bastante decepcionada quando vi que as coisas que eu mais gostei na minissérie não aconteceram no livro, e, se aconteceram, foram de maneira diferente, além de eu ter achado a leitura cansativa. Talvez um dia, que ainda pode demorar para chegar, eu resolva me interessar pelo livro e termine de ler, mas, por enquanto, mantenho minha opinião sobre ele. 

5. Dom Casmurro, de Machado de Assis: Não terminei por falta de tempo e energia. Surgiram muitas divergências no meu grupo durante a criação do trabalho sobre ele, e o desgaste fez com que eu simplesmente fosse revirando as páginas e pegando apenas capítulos que eu achei interessantes para incluir no vídeo (procure no Youtube: "Dom Casmurro - Ponto de vista da Capitu"), mas isso não quer dizer que eu não tenha gostado das partes que li, muito pelo contrário, e pretendo em 2015 lê-lo por completo, e tirar minhas conclusões sobre a Capitu ter traído ou não o Bentinho (no meu vídeo, ela traiu, mas vai que uma releitura me faz pensar diferente?)

6. Cidade dos Anjos Caídos (City of Fallen Angels), de Cassandra Clare: Não foi bem um abandono, já que eu ainda estou lendo. O problema é que o ritmo está cada vez menor, e creio que em algum momento vou parar de ler totalmente. O motivo? Não tenho os próximos dois livros. Ou seja, já sei que quando terminar esse livro, vou ficar louca para ler o próximo, e não vou poder. Abandono justificado, então.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Sobre mim (e o blog!)

Eu me chamo Thaís Maria, tenho 18 anos e sou nascida e criada no Rio de Janeiro, mais precisamente na cidade de Duque de Caxias. Sim, eu exagero “baxxtante” no “s” e adoro praia (apesar de quase nunca colocar os pés em uma), além de amar passar um tempão observando prédios e as luzes da cidade – e acredito que foi daí que surgiu o nome do blog.

Assim como todas as pessoas, fui adquirindo interesses em variados assuntos ao longo dos anos: filmes, livros, músicas, comportamento... É tanta coisa misturada (principalmente quando o assunto é música), que chega a assustar algumas pessoas! O Thaís na Cidade foi o espaço que encontrei para expandir esses interesses para fora da minha cabecinha sem encher o saco de ninguém, além de ser o lugar onde aproveito para evoluir como “alguém que escreve”, conhecer gente nova com os mesmos interesses que os meus e também para trocar experiências e passar o tempo.

Caso você esteja interessado(a) em me contactar, são várias as possibilidades! Você pode me chamar por:

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